Lena revela desejo de voltar ao Brasil e provoca crise em seu casamento com Herculano

Lena revela a Herculano seu desejo de voltar ao Brasil, desafiando orientações e refletindo sobre maternidade. O que a motiva a essa decisão?

07/04/2026 00:33

2 min

Lena revela desejo de voltar ao Brasil e provoca crise em seu casamento com Herculano
(Imagem de reprodução da internet).

Lena e o desejo de voltar ao Brasil

Lena (Barbara Reis) se sentirá exausta de viver em Portugal com o bebê e Herculano (Leandro Lima). A mulher surpreenderá o marido ao manifestar a vontade de desobedecer as orientações de Samira (Fernanda Vasconcellos). “Vamos voltar para o Brasil, Herculano.

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Eu te imploro”, dirá ela. Herculano, por sua vez, questionará: “Olha para mim. Você acha que vale a pena jogar tudo fora? Tudo o que a gente se arriscou só porque você teve um dia ruim?”.

Lena explicará: “É porque a minha filha quer. Ela está me mandando ir. Você não entende, ela sente que eu não sou a mãe dela de verdade. Toda vez que ela me olha e grita desse jeito, ela está me cobrando a verdade. Ela não reconhece o meu colo”.

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Reflexões de Barbara Reis sobre maternidade

No papel de Lena em Três Graças, Barbara Reis compartilhou suas reflexões sobre a maternidade, um tema central na trama. “Na prática, diferenciar desejo genuíno de expectativa externa exige silêncio interno. É um exercício diário de escuta. É perguntar a si mesma: ‘isso é meu ou é do mundo?’.

A maternidade, especialmente para mulheres públicas, acaba virando quase um projeto coletivo. Todo mundo opina, projeta, cobra”, comentou a atriz.

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Ela acrescentou: “Tento tirar o ruído e observar meu corpo, minha rotina, meus afetos. Quando o desejo é genuíno, ele não vem com culpa nem pressa. Ele vem com presença”, disse Barbara em entrevista ao site Heloisa Tolipan.

Sobre o desejo e o relógio biológico

Barbara destacou que “o momento para a realização desse desejo precisa vir de mim e não do tempo social. Entendi que nenhuma experiência profunda pode ser usada como solução para vazios. A maternidade não resolve, ela transforma. E transformação pede tempo, disponibilidade e escolha.

Essa compreensão veio com maturidade emocional e com o reconhecimento de quem sou hoje, e não de quem esperavam que eu fosse”.

Ela também comentou sobre o relógio biológico: “Acho que precisamos falar menos de prazo e mais de contexto. O relógio biológico existe, claro, mas ele não pode ser a única régua. Cada mulher tem uma história, um corpo, um desejo e um momento”.

Barbara finalizou dizendo que planejar é criar um ambiente possível, emocional, afetivo e prático, e não apenas marcar um dia no calendário.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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