Leandro: 28 anos de saudade e legado na música sertaneja que emociona o Brasil

A Lembrança de Leandro na Música Sertaneja
A morte de Leandro é lembrada como uma das perdas mais significativas da música sertaneja no Brasil. Com uma voz inconfundível, o artista faleceu aos 36 anos, em 23 de junho de 1998, após lutar contra um câncer raro na região do tórax. Nascido Luiz José da Costa, em Goianápolis, Leandro construiu uma carreira de grande sucesso ao lado de seu irmão, Leonardo.
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Juntos, formaram a dupla Leandro & Leonardo, um fenômeno que dominou as rádios, programas de TV e vendeu milhões de discos durante os anos 1990.
Os Sucessos da Dupla
Entre os grandes sucessos da dupla, destacam-se canções como “Pense em Mim”, “Entre Tapas e Beijos” e “Desculpe, Mas Eu Vou Chorar”, que permanecem vivas na memória do público até hoje. A descoberta da doença ocorreu poucos meses antes da morte do cantor, mobilizando fãs de todo o Brasil, que acompanharam com grande emoção o estado de saúde do artista.
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Na época, a notícia teve forte repercussão nacional e, mesmo após décadas, Leandro continua sendo lembrado como um dos ícones do sertanejo romântico.
Homenagens e Legado
Seu legado é mantido vivo através das músicas e da história que construiu ao lado do irmão, que seguiu carreira solo após a tragédia. 28 anos após sua morte, amigos, fãs e colegas de profissão ainda prestam homenagens ao cantor. Leandro deixou quatro filhos: Thiago Costa, Lyandra Costa, Leandrinho e Leandro Borges.
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Chitãozinho recorda: “O Leandro era uma pessoa incrível, muito tranquila, um grande amigo e companheiro. Ficam na memória as conversas, os momentos juntos, não só os shows. É uma pessoa que faz muita falta e que estaria muito feliz com o momento atual do sertanejo.”
Xororó também expressou sua saudade: “Ele era um grande artista, um amigo, que deixou um lindo legado junto com o Leonardo. Ele continua conosco pela música, tem seu lugar marcado na história do sertanejo e realmente faz falta.” Israel, da dupla Rodolffo, compartilhou sua experiência: “Faz muita falta.
Eu, como segundeiro, sou muito fã de todas as músicas, as segundas vozes que ele deixou. Quando eu estava aprendendo a cantar, meu pai me colocava no colo, colocava as fitas do Leandro e Leonardo para ouvir e cantava a segunda voz para eu ir aprendendo.”
Naiara Azevedo também se emocionou ao relembrar: “Eu me recordo, [eu estava] com uns 8 anos, quando foi noticiada a morte dele. [Eu me recordo] Dele com uma bandeira do Brasil, e eu lembro que eu chorei no dia, porque eu era muito fã deles. Meu pai me ensinou a gostar de sertanejo desde sempre.”
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



