Latam Airlines Brasil planeja adquirir 41 novas aeronaves em 2026; detalhes ainda são incertos!

A Latam Airlines Brasil planeja adquirir 41 novas aeronaves em 2026, mas as rotas ainda estão indefinidas. Descubra os detalhes dessa expansão!

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Latam Airlines Brasil Planeja Aquisição de Novas Aeronaves

A Latam Airlines Brasil projeta a compra de 41 novas aeronaves em 2026, mas ainda não definiu quais rotas serão atendidas por esses novos aviões. O CEO da companhia, Jerome Cadier, destacou que a escolha das rotas depende da viabilidade operacional dos aeroportos e das condições tributárias nos estados, especialmente em relação ao ICMS.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A entrega das novas aeronaves ocorrerá de forma gradual, conforme mencionado por Cadier durante a apresentação dos resultados financeiros do último trimestre de 2025. As primeiras 12 unidades do modelo E2 da Embraer devem iniciar operações no final de 2026.

O anúncio da compra foi realizado em outubro do ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Expansão da Frota e Novos Destinos

Além das 41 aeronaves, a Latam também espera receber três novos Boeing 787 ao longo do ano, reforçando sua estratégia de expansão internacional. A frota continuará a incluir aeronaves da família Airbus A320, que são fundamentais para as operações domésticas e voos internacionais de curta distância.

Cadier informou que a definição dos destinos ainda está em andamento. “Ainda não fechamos as rotas. Estamos trabalhando na lista de destinos que gostaríamos de atender e conversando com os estados para entender quais aeroportos podem acomodar a operação e o ICMS”, afirmou.

LEIA TAMBÉM!

Contudo, ele ressaltou que não há previsão de novos destinos internacionais para este ano, pois “a capacidade está praticamente tomada”.

Discussões sobre o Fnac

A expansão da frota ocorre em meio a discussões sobre o uso do Fnac (Fundo Nacional de Aviação Civil) para o financiamento de aeronaves. Cadier considera a iniciativa positiva, mas aponta que o modelo ainda enfrenta desafios. Ele enfatizou que o debate sobre o uso do fundo deve levar em conta as diferentes realidades das companhias aéreas no Brasil.

“O Fnac não pode alterar a dinâmica competitiva do setor. São três companhias com necessidades distintas. Um único modelo pode não ser atrativo para todas”, explicou. Em dezembro do ano passado, o Ministério de Portos e Aeroportos e o BNDES assinaram um contrato para liberar R$ 4 bilhões do Fnac para o financiamento das aéreas.

Estabilidade Regulatória e Reforma Tributária

Durante a apresentação dos resultados, Cadier expressou sua expectativa em relação à definição de pontos sensíveis da reforma tributária, que ainda geram incertezas para o setor aéreo. Outro tema central para a empresa é a votação do projeto que aborda a cobrança de bagagem.

O mercado, com o apoio do governo, discute a necessidade de implementar o pagamento no despacho de bagagens, alinhando-se às práticas do mercado internacional.

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

Sair da versão mobile