Justiça de São Paulo marca audiências no caso da morte da policial Gisele Alves Santana

A Justiça de São Paulo marca audiências no caso da morte da policial Gisele Alves Santana. Descubra os detalhes e os desdobramentos desse crime impactante.

22/05/2026 13:01

2 min

Justiça de São Paulo marca audiências no caso da morte da policial Gisele Alves Santana
(Imagem de reprodução da internet).

Justiça de São Paulo Define Datas para Audiências no Caso da Morte de Policial Militar

A Justiça de São Paulo agendou as audiências de instrução e o interrogatório do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado pela morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos. A decisão foi tomada pela 5ª Vara do Júri do Foro Central Criminal de São Paulo, com as oitivas das testemunhas marcadas entre 29 de junho e 2 de julho.

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O interrogatório do réu está previsto para o dia 3 de julho, às 10h.

As datas das audiências são as seguintes: 29 de junho – depoimentos de delegado, peritos criminais, policiais militares e testemunhas do caso; 30 de junho – oitivas de testemunhas, policiais militares, testemunha protegida e pessoas ligadas à investigação; 1° de julho – audiência com familiares da vítima, incluindo depoimento especial da filha de Gisele, além de outras testemunhas; 2 de julho – depoimentos de policiais militares, oficiais da corporação e demais testemunhas; 3 de julho – interrogatório do tenente-coronel réu no processo.

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Decisão Judicial e Contexto do Crime

Na mesma decisão, a juíza Michelle Porto de Medeiros Cunha Carreiro rejeitou alegações de nulidade relacionadas a elementos do inquérito policial militar. O crime ocorreu em 18 de fevereiro de 2026, no apartamento do casal, localizado no bairro do Brás.

Durante uma discussão motivada pela decisão da vítima de se separar, o tenente-coronel teria disparado uma arma de fogo contra a cabeça da esposa.

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A investigação revela que o oficial tentou manipular a cena do crime, posicionando a arma na mão da vítima e alterando elementos do local para confundir a apuração dos fatos. O Ministério Público (MP) aponta que laudos periciais indicam inconsistências na versão apresentada pela defesa, além de evidências de que o réu tomou banho após o crime para eliminar vestígios.

Para o MP, o crime foi cometido por motivo torpe, ligado ao sentimento de posse e à recusa do acusado em aceitar o fim do relacionamento, sendo a vítima surpreendida, o que agrava a situação.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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