“Justiça Artificial”: Crítico Fracasso ou Estratégia Genial para o Streaming?

“Justiça Artificial” causa furor! Críticas devastadoras abalam lançamento no Brasil e Prime Video. Detetive julgado por IA: será que o filme salva a bilheteria?

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(Imagem de reprodução da internet).

Justiça Artificial” Enfrenta Críticas Severas e Questiona Futuro no Streaming

Com o ano de 2026 apenas começando, a indústria cinematográfica pode estar prestes a testemunhar um dos maiores desastres de bilheteria. A superprodução “Justiça Artificial”, da Amazon MGM Studios, liderada por Rebecca Ferguson, está sofrendo um ataque implacável da crítica especializada.

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As primeiras avaliações, divulgadas recentemente, revelam um cenário preocupante: apenas 21% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 33 análises, e uma nota vermelha de 39 no Metacritic.

As reações dos críticos são extremamente negativas, descrevendo o filme como “agressivamente ruim” e apontando-o como um “forte candidato a pior filme do ano”. A recepção negativa tem gerado questionamentos sobre o futuro da produção, especialmente considerando seu lançamento nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 22 de janeiro, e sua posterior exibição no Prime Video.

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A trama de “Justiça Artificial” se desenrola em um futuro próximo, apresentando um juiz de IA avançado que confronta um detetive preso, informando-o que ele está sendo julgado pelo assassinato de sua esposa. A pressão para provar sua inocência em 90 minutos, sob o risco de execução no local, intensifica a narrativa e a tensão da história.

Apesar do massacre crítico, alguns analistas sugerem que a produção pode encontrar um público interessado no streaming, onde a experiência de visualização individualizada pode compensar as falhas na recepção da crítica. Resta saber se a demanda do público online será suficiente para impulsionar o sucesso da obra.

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Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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