Logo Clique Fatos
Logo Clique Fatos
  • Home
  • Entretenimento
  • Política
  • Internacional
  • Brasil
  • Economia
  • Famosos
  • Futebol
  • Notícias

  • Home
  • Sobre
  • Últimas Notícias
  • Horóscopo do Dia
  • Contato
  • Política de Privacidade

Copyright © 2025 Clique Fatos - Todos os direitos reservados.

  1. Home
  2. Política
  3. Juristas afirmam que a liderança de um grupo minoritário não impede o processo de cassação de Eduardo Bolsonaro

Juristas afirmam que a liderança de um grupo minoritário não impede o processo de cassação de Eduardo Bolsonaro

A ação da direita tenta impedir que o filho de Jair Bolsonaro (PL) deixe o cargo devido a irregularidades.

Por: Sofia Martins

17/09/2025 10:28

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A oposição anunciou, na terça-feira 16, a designação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) como líder da Minoria na Câmara. Desde março, ele se encontra nos Estados Unidos, de onde tem coordenado sanções contra o Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A articulação promovida pela bancada do PL, que afirma contar com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), visa impedir que o filho de Jair Bolsonaro (PL) venha a perder o mandato devido a ausências consideradas injustificadas.

Advogados consultados pela CartaCapital, contudo, estimam que a estratégia não evitaria a cassação. O Regimento da Câmara estabelece que parlamentares que ausentar em mais de um terço das sessões ordinárias sem justificativa devem ser punidos com a perda do mandato. O afastamento de Eduardo chegou ao fim em julho e, uma vez que ele optou por permanecer no exterior, as faltas passaram a ser contabilizadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A base do partido de Bolsonaro se fundamenta em um entendimento estabelecido em 2015, durante o mandato do então presidente da Câmara de Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ). Naquela oportunidade, a Mesa Diretora determinou que líderes partidários e membros da Mesa não eram obrigados a comparecer em plenário, em virtude da natureza de suas atribuições.

“Não vislencio a menor chance de isso funcionar como proteção. As ocorrências registradas na sessão plenária são independentes da função exercida pelo deputado”, declarou Alexandre Rollo, membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, a Abradep. “Pode ser presidente, vice, secretário da Mesa, líder da Maioria ou da Minoria: ou a pessoa está no plenário e registra presença, ou não está e fica com a falta.”

Leia também:

Imagem do post relacionado, leia tambem!

Bove, Seixas e Nunes: Arquivo Surpreende e Polêmicas Acusações de Violência Política!

Imagem do post relacionado, leia tambem!

STF e Congresso Assinem Acordo Surpreendente para Controlar Gastos dos Três Poderes

Imagem do post relacionado, leia tambem!

Início do Julgamento dos Mandantes do Assassinato de Marielle Franco no STF!

O jurista e professor de Direito Constitucional Lenio Streck considera a manobra um claro desvio de finalidade, buscando encobrir práticas de improbidade administrativa. “Trata-se de uma manobra ilegal e inconstitucional”. Deputado recebe sem trabalhar e exerce mandato fora das hipóteses legais. As autoridades que convalidarem essa manobra correm o risco de serem responsabilizadas.

Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, relatou ter dialogado com Motta e sustentou não necessitar de “retorno” do presidente da Câmara, por entender que “ato da Mesa” é inequívoco. Um integrante da Casa, ouvido em sigilo pela reportagem, ressaltou, contudo, que a decisão definitiva sobre o caso dependerá de Motta.

O site da Câmara ainda indica Caroline de Toni (PL-SC) como líder da Minoria. Em uma coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, a deputada declarou que renunciaria à função para “proteger” o colega. “Tomamos a decisão convictos de que o Brasil necessita de união e coragem, sobretudo diante das perseguições políticas que Eduardo e seu pai estão enfrentando.”

Caso a troca seja realizada, o PT questionará o ato em plenário e não descarta a judicialização do tema, segundo o líder Lindbergh Farias (RJ). Anteriormente, o petista João Daniel (SE) apresentou um requerimento à Mesa Diretora no qual solicita esclarecimentos sobre o ato assinado por Cunha em 2015. “A condição de líder não confere imunidade ao passado nem anula o registro de faltas que já produziu seus efeitos jurídicos constitucionais.”

Fonte por: Carta Capital

Compartilhe este conteúdo:

Logo FacebookLogo LinkedinLogo WhatsappLogo Twitter
Imagem do post

Internacional

China envia gigante remessa de arroz a Cuba em gesto de apoio e solidariedade!

20/03/2026 12:19 | 2 min de leitura

● Ministro Boulos choca: busca pelo PT exposta em carta apócrifa!

20/03/2026 15:49 | 1 min de leitura

● Cine Fluxo: Cinema, Resistência e Reinserção Social Transformam São Paulo em 2026

20/03/2026 12:44 | 3 min de leitura

● Ministro endurece fretes: nova portaria e MP chocam o setor rodoviário!

20/03/2026 13:48 | 2 min de leitura

● Executivo da Epic Games ataca críticos do DLSS 5 com declaração explosiva

20/03/2026 14:53 | 2 min de leitura

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


Horóscopo

Qual o seu signo?

Icone do Signo de Áries

Áries

Icone do Signo de Touro

Touro

Icone do Signo de Gêmeos

Gêmeos

Icone do Signo de Câncer

Câncer

Icone do Signo de Leão

Leão

Icone do Signo de Virgem

Virgem

Icone do Signo de Libra

Libra

Icone do Signo de Escorpião

Escorpião

Icone do Signo de Sagitário

Sagitário

Icone do Signo de Capricórnio

Capricórnio

Icone do Signo de Aquário

Aquário

Icone do Signo de Peixes

Peixes

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!

Foto do Sofia Martins

Autor(a):

Sofia Martins

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

Juristas afirmam que a liderança de um grupo minoritário não impede o processo de cassação de Eduardo Bolsonaro - Clique Fatos
cassação de mandatoEduardo Bolsonaroirregularidadeslíder da Minoria