A história de Juliana Peres Magalhães ganhou notoriedade internacional após o brutal assassinato de seu patrão, Brendan Banfield, nos Estados Unidos. Juliana, que atuava como au pair e mantinha um relacionamento íntimo com Banfield, tornou-se uma figura central no caso, com suas ações e declarações gerando grande repercussão.
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Imagens Intimas e Declarações Controversas
Imagens íntimas trocadas entre Juliana e Banfield, divulgadas pela promotoria, surgiram poucas semanas antes do assassinato de Christine Banfield, esposa do homem. Juliana publicou uma das imagens, com o rosto de Banfield coberto, acompanhada da legenda: “Aí gente, tô muito cu… apaixonadinha desde julho do ano passado.” A situação gerou grande debate público.
O Julgamento e as Acusações
Durante o julgamento de Banfield, imagens íntimas foram apresentadas aos jurados. Juliana chegou a declarar que o relacionamento com Banfield era motivado pelo medo de perder bens e a guarda da filha de 4 anos. Ela também alegou que o casal planejou o assassinato de Christine, buscando assumir o relacionamento sem obstáculos.
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A Cena do Crime e a Confissão
A acusação sustentou que Banfield criou um perfil falso em um site de fetiches, atraindo Joseph Ryan, de 38 anos, para uma fantasia sexual. No entanto, Ryan chegou ao quarto onde Christine estava e Banfield o atirou e esfaqueou a esposa, criando a ilusão de que Banfield estava tentando salvá-la.
Juliana confessou ter atirado em Ryan após ele se mexer.
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Declarações Pessoais e Consequências Legais
Desde outubro de 2023, Juliana está presa sob acusação de homicídio culposo, em acordo com a Promotoria. Em novembro de 2023, ela escreveu em uma carta à mãe de Ryan: “É uma tortura. Eu te amo mais do que tudo. Daria a minha vida pela dele. Jamais faria nada para machucá-lo.
Eu assumirei a culpa por nós dois.” A sentença de Juliana aguarda o julgamento de Brendan, que deve se estender por mais quatro semanas.
