Juiz de Fora (MG) enfrenta calamidade pública após chuvas devastadoras, com 34 mortes e milhares de desalojados. Veja os impactos e as ações de resgate!
A cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, continua em estado de calamidade pública devido às chuvas fortes e persistentes que começaram na segunda-feira (23). A CNN Brasil divulgou imagens aéreas que mostram as encostas do município antes e depois das precipitações, evidenciando a gravidade dos danos.
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Vídeos feitos com drones revelam os deslizamentos que devastaram a área, com casas e imóveis desabando, deixando escombros por toda parte.
Até o momento, a cidade registrou 34 mortes, 25 desaparecidos e mais de 3 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas. As chuvas que afetaram Juiz de Fora e Ubá, entre os dias 23 e 24, resultaram em 38 mortes e 330 desaparecidos em Minas Gerais. A Polícia Civil do estado informou que os corpos estão passando por exames de necropsia e identificação.
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Até agora, 32 corpos foram necropsiados, com 21 identificados em Juiz de Fora e 6 em Ubá.
Familiares e amigos das vítimas têm prestado homenagens nas redes sociais. Ambas as cidades decretaram estado de calamidade pública devido ao volume histórico de chuvas, que provocou o transbordamento de rios, deslizamentos de terra e o isolamento de vários bairros.
O vice-prefeito de Ubá descreveu a situação como um “cenário de guerra”. Um dos episódios mais dramáticos ocorreu no Departamento de Assistência Social João de Freitas, onde 16 idosos foram resgatados após o local ser completamente inundado.
Vídeos mostram os idosos flutuando em colchões até serem salvos com a ajuda de barcos e da comunidade local.
No centro de Ubá, a força da correnteza arrombou as portas de uma funerária, arrastando urnas vazias pelas ruas. O Corpo de Bombeiros continua atuando na desobstrução de pontes e vias que cederam durante as chuvas. O governo de Minas Gerais anunciou medidas para recuperação e assistência às famílias afetadas, além de decretar luto oficial de três dias em todo o estado.
A Defesa Civil e o Inmet mantêm o alerta de “grande perigo” para a região, devido à saturação do solo, que aumenta o risco de novos deslizamentos e inundações, mesmo com chuvas de menor intensidade.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.