Ju Isen revela seu ritual inusitado na sexta-feira 13: evitar relações sexuais! Descubra como essa prática se tornou um cuidado pessoal e uma tradição.
Nesta sexta-feira 13, uma data repleta de superstições e curiosidades culturais, a influenciadora Ju Isen compartilhou um hábito que faz parte de sua rotina há mais de dez anos: a decisão de evitar relações sexuais. Para ela, essa prática é um cuidado pessoal com sua energia e um ritual que escolheu seguir sempre que o calendário marca essa data, considerada mística por muitos.
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Ju começou a adotar essa rotina há cerca de uma década, influenciada por relatos de amigos e familiares que associavam a sexta-feira 13 a um período de energia intensa e a eventos fora do comum. “Não faço sexo nessa data. Pode parecer estranho para algumas pessoas, mas para mim virou uma espécie de ritual pessoal”, explica.
A influenciadora destaca que essa escolha não foi impulsiva, mas sim uma decisão consciente, baseada em observações sobre seu bem-estar.
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De acordo com Ju, evitar relações sexuais nesse dia não está relacionado a medo ou a um episódio negativo específico, mas sim a uma maneira de preservar seu equilíbrio emocional e energético. Ela utiliza a sexta-feira 13 como um momento para desacelerar, evitando situações desgastantes e focando em atividades que proporcionem calma e harmonia. “Eu encaro como um momento para preservar a minha energia”, afirma, ressaltando que essa prática faz parte de sua rotina de autocuidado, além de qualquer superstição tradicional.
Com o passar dos anos, esse hábito se tornou uma tradição pessoal sempre que a data aparece no calendário. Ju menciona que, mesmo em relacionamentos, prefere explicar sua escolha para que seja compreendida e respeitada. “Quem convive comigo já sabe que esse é um costume que eu mantenho há anos”, conta, enfatizando que a transparência e o diálogo tornam a prática mais natural para todos ao seu redor.
A influenciadora observa que a sexta-feira 13 gera curiosidade por reunir diversas crenças e interpretações. Enquanto algumas pessoas a veem como um dia de azar, outras a consideram simbólica ou até divertida. Ju reflete sobre essa diversidade de visões e destaca que sua escolha não é um medo irracional, mas um gesto consciente de autocuidado. “Cada pessoa lida com isso de um jeito.
No meu caso, virou apenas uma superstição que eu escolhi respeitar”, conclui.
Além de seu hábito pessoal, Ju aproveita o dia para práticas que promovem equilíbrio mental e espiritual, como meditação e momentos de introspecção. Para ela, essa abordagem transforma a sexta-feira 13, um dia cercado de presságios, em uma oportunidade de fortalecer o bem-estar e cultivar hábitos positivos, mostrando que a superstição pode coexistir com escolhas conscientes e saudáveis.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.