Jornalista Thalita Tavares falece após luta com câncer e defende causa autista

Thalita Tavares deixa importante legado com luta pela causa autista após árduo combate à doença.

Divulgação / TV Globo

A jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni faleceu na madrugada da última quarta – feira após lutar contra um câncer por cerca de um ano.

Conhecida pelo público do jornalismo esportivo no estado do Tocantins, ela deixou uma marca significativa em sua trajetória profissional e social através de seu trabalho dedicado à causa autista. A notícia foi divulgada oficialmente pela instituição que leva o nome dela: Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo.

Carreira marcada pelo esporte local

Thalita construiu grande parte de sua carreira trabalhando com a cobertura desportiva regional. Ela fez parte integrante da equipe editorial responsável pelos conteúdos transmitidos na TV Anhanguera, afiliada estadual da Rede Globo por toda região tocantinense.

Seu rosto era familiar para quem acompanhava os jogos locais; ela apresentava regularmente programas como o “Globo EsporteTocantins“. Ao longo dos anos no jornalismo esportivo do estado, Thalita consolidou – se não apenas pela competência profissional em cobrir eventos e atletas, mas também pela energia que trazia ao conteúdo diário das redes televisivas.

Compromisso social com a causa autista

Além de sua atuação nas grades midiáticas sobre esporte, um pilar importante na vida pessoal foi seu profundo engajamento pelo atendimento à pessoa com Transtorno do Autismo. Esse compromisso levou Thalita Passoni a fundar uma iniciativa voltada especificamente para o suporte dessa comunidade: o Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo.

O nome da instituição carrega consigo não apenas os ideais profissionais dela, mas ainda faz referência direta às experiências pessoais e familiares que moldaram essa paixão por causas sociais. O centro se tornou hoje um ponto focal no apoio especializado aos pacientes autistas na região Tocantins.

Luta contra doenças e legado de leveza

Nos últimos meses antes de seu falecimento, jornalista enfrentava desafios significativos ao lutar contra um câncer diagnosticado há aproximadamente doze meses. A jornada foi marcada pela resiliência tanto profissional quanto pessoalmente.

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“No último ano [de sua vida], encarou um câncer exatamente da mesma maneira com que vivia tudo em nossa trajetória: demonstrando bom humor constante e uma leveza natural impressionante para todos aqueles próximos a ela”, relembrou o comunicado emitido pelo Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo no momento difícil. A memória deixada por Thalita Tavares Caturelli Passoni é justamente essa mistura potente de dedicação à profissão, paixão social inabalável e capacidade única de transformar momentos difíceis em demonstrações notáveis de força humana.