Jorge Toledo reflete sobre a prisão de Maduro e os horrores do cativeiro na Venezuela

Jorge Toledo reflete sobre a prisão de Nicolás Maduro, revelando seu sofrimento e preocupações com os presos políticos na Venezuela. Entenda sua visão impactante!

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(Imagem de reprodução da internet).

Reflexões de Jorge Toledo sobre a prisão de Maduro

Ao observar as imagens do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, algemado, Jorge Toledo, membro do grupo Citgo 6 e autor de “1.775 Dias de Cativeiro”, não viu apenas um líder deposto, mas sim seu captor. “Esse indivíduo causou muito sofrimento a um país inteiro e a cidadãos de outros lugares, como eu”, declarou Toledo à CNN.

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Toledo relembra seu primeiro dia na prisão e como se sentiu, refletindo: “Agora você está do outro lado da cerca. Então agora você sabe como é estar nessa situação”. O grupo Citgo 6, composto por executivos americanos do setor petrolífero, foi atraído para a Venezuela em 2017 sob a falsa promessa de uma reunião de negócios.

Posteriormente, o Departamento de Estado dos EUA os considerou detidos injustamente.

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Os homens foram libertos em outubro de 2022, em uma troca de prisioneiros entre o governo Biden e o regime de Maduro. Durante seu cativeiro, Toledo relatou ter sofrido tortura física e psicológica. “Sinceramente, nunca imaginei que esse tipo de maldade existisse na humanidade”, afirmou.

Preocupações com os presos políticos

Com a mudança de poder na Venezuela, Toledo expressa grande preocupação sobre o futuro dos presos políticos que conheceu durante seu cativeiro e que ainda permanecem encarcerados. Ele ressaltou que suas vidas estão em risco devido ao potencial de represálias.

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Toledo acredita que a chave para a implementação da democracia na Venezuela reside na remoção não apenas de Maduro, mas de toda a sua “comitiva”. Essa mudança é vista como essencial para o futuro do país e de seus cidadãos.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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