Jordan Cowan brilha nas Olimpíadas de 2026 em Milão! Com um smoking branco e patins, ele captura momentos únicos no gelo, tornando-se uma sensação viral
Vestido com um smoking totalmente branco e patins combinando, o cinegrafista Jordan Cowan se tornou uma figura inesperada nos eventos de patinação artística das Olimpíadas de 2026 em Milão. Vídeos do profissional de 35 anos filmando patinadores enquanto eles deixam o gelo se tornaram virais, não apenas pela sua vestimenta, mas também pela habilidade com que manuseia sua câmera enquanto desliza no gelo, muitas vezes em uma perna só e frequentemente de costas.
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Seu papel é capturar momentos íntimos logo após as apresentações, tornando-se o primeiro cinegrafista na história olímpica a ter permissão para entrar no gelo. A nova fama trouxe tanto perplexidade quanto validação para Cowan, que aperfeiçoou seu ofício nos bastidores por anos. “É muito especial”, ele comentou, rindo da situação inusitada de se tornar uma estrela nos Jogos. “Estava preocupado que o traje fosse chamativo demais, mas estou feliz que todos estão gostando.”
Cowan, que se aposentou em 2012, encontrou na filmagem de competições uma maneira de permanecer no esporte que amava, ao mesmo tempo em que explorava sua paixão pelo cinema. Ele começou postando pequenos clipes de patinação nas redes sociais, atraindo a atenção do público.
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O que começou com poucos seguidores cresceu à medida que ele produzia filmes experimentais sobre o esporte, colaborando com patinadores e treinadores que conhecia de sua carreira competitiva.
Com o tempo, Cowan percebeu que suas habilidades poderiam ser aplicadas em produções maiores e começou a contatar programas de televisão. Logo, ele foi convidado a se tornar o primeiro operador de câmera patinador no “Dancing on Ice”, um passo importante em sua trajetória rumo aos Jogos Olímpicos de Inverno.
É importante destacar que Cowan desenvolveu um nível de confiança com muitos patinadores, tendo filmado suas apresentações ao longo dos anos. Essa relação permitiu que ele capturasse momentos de alegria e tristeza de uma forma inédita no palco olímpico. “Muito disso tem sido experimental, descobrindo o que funciona sem distraí-los”, explicou. “O melhor elogio que recebo é que eles esquecem que estou no gelo.”
Entretanto, conhecer os atletas pessoalmente trouxe seus desafios. Houve momentos em que Cowan se viu emocionado, como ao filmar seu amigo de infância, Paul Poirier, conquistar o bronze no evento de dança no gelo. Ele reconheceu que a emoção poderia ter afetado a filmagem, mas isso contribuiu para a autenticidade do momento.
Sobre seu traje totalmente branco, Cowan ponderou que uma cor única poderia ser controversa, mas ele queria se vestir adequadamente para a ocasião. Ele comparou a situação ao Oscar, onde seguir o código de vestimenta é essencial. Seu traje, feito por um alfaiate de patinação artística, foi projetado para permitir liberdade de movimento e elegância.
Agora, com o fim de sua estreia olímpica, Cowan se vê diante de novas possibilidades. Ele considera participar de mais competições internacionais de patinação, com os próximos Jogos de Inverno se aproximando. Além disso, ele está interessado em aplicar suas habilidades em filmes comerciais, sonhando em trabalhar com diretores renomados como James Cameron e Steven Spielberg.
“Eu adoraria filmar esportes de verão”, afirmou. “Há tantas coisas que quero fazer, e veremos o que acontece. Não esperava viralizar tanto, mas talvez as pessoas gostem do jeito que patino de costas.”
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.