João Paulo da Cruz Britto Filho, neto da renomada atriz Glória Menezes, deu entrada em uma ação judicial contra Carla Sarni e Giovanna Antonelli. O processo, que ganhou destaque no Metrópoles, alega que ele foi induzido a investir na unidade da Giolaser em Piracicaba (SP) com base em informações financeiras questionáveis.
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Segundo a petição, o Grupo Salus, liderado por Carla Sarni, apresentou projeções de lucro exageradas e omitiu custos operacionais importantes, como os valores de gratificações aos funcionários.
Pressão e Prejuízo Financeiro
A ação judicial detalha como a Giolaser exerceu pressão psicológica sobre os franqueados, inflacionando o valor da venda da unidade. O resultado final, segundo a estimativa apresentada, gerou um prejuízo de R$ 328.622,50. João Paulo busca que a responsabilidade pelos danos seja reconhecida, argumentando que o grupo liderado por Carla Sarni prometeu lucros irrealistas e forneceu dados falsos sobre o negócio, que se mostrou inviável com o tempo.
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Responsabilidade de Giovanna Antonelli
Além de Carla Sarni, o processo também acusa Giovanna Antonelli, alegando que ela não atuava apenas como garota-propaganda, mas sim como sócia-fundadora e parceira formal do negócio desde 2013. A petição sustenta que, como sócia até o final de 2024, Antonelli possuía direitos e deveres inerentes à sua posição societária, e não poderia se eximir de responsabilidade alegando apenas sua atuação no marketing.
Investigações e Acusações Criminais
As investigações sobre o Grupo Salus ganharam força com a análise de crimes como propaganda enganosa e pirâmide financeira, que Carla Sarni e Giovanna Antonelli estão sendo acusadas de cometer. A atriz deixou a sociedade após a aceitação da primeira denúncia pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) no final de 2024.
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A ação cível busca uma indenização de R$ 2,2 milhões, devido a promessas enganosas e à inviabilidade da franquia, causada por cobranças não previstas no contrato e taxas abusivas.
Novas Denúncias e Inquérito Criminal
O rompimento do contrato não impediu que Giovanna Antonelli fosse alvo de um inquérito criminal, aberto em 3 de junho. A denúncia aponta crimes de concorrência desleal, propaganda enganosa, crime contra a economia popular e falsidade ideológica, relacionados à adulteração de documentos contábeis e à estrutura piramidal do negócio.
Em novembro de 2025, Carla Sarni também se tornou alvo de denúncias de sócios e franqueados, conforme revelado pelo Metrópoles, após registrar um boletim de ocorrência contra Leonardo Torloni. Os relatos, gravados em vídeo, mostram empresários relatando uma gestão pouco transparente, com exigências e cobranças fora do contrato de franquia ou sociedade, além de ameaças e uma reação agressiva de Carla Sarni ao ser questionada.
