JD Vance fala sobre negociações com o Irã e futuro do acordo com Donald Trump

JD Vance, vice-presidente dos EUA, fala sobre as complexas negociações com o Irã e a possibilidade de um acordo com Donald Trump. O que vem a seguir?

30/05/2026 18:56

2 min

JD Vance fala sobre negociações com o Irã e futuro do acordo com Donald Trump
(Imagem de reprodução da internet).

Vice-presidente dos EUA comenta negociações com o Irã

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, declarou que ainda não está claro se o presidente Donald Trump irá assinar um rascunho de entendimento provisório com o Irã, uma vez que as negociações entre os dois países ainda estão em andamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista a repórteres na Base Aérea Conjunta Andrews na quinta-feira (28), Vance afirmou: “Acho difícil dizer exatamente quando ou se o presidente assinará o memorando de entendimento. Estamos discutindo alguns pontos importantes.”

Embora tenha destacado o progresso nas conversações, Vance mencionou que ainda existem questões cruciais relacionadas ao programa nuclear iraniano e ao enriquecimento de urânio que precisam ser resolvidas. “Há algumas questões pendentes sobre o material nuclear, o estoque de urânio altamente enriquecido e também a questão do enriquecimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Portanto, estamos em negociações com eles. Acreditamos que, pelo menos até agora, eles estão negociando de boa-fé”, explicou.

O vice-presidente expressou otimismo em relação ao futuro das negociações, afirmando: “Esperamos que continuemos a progredir e que o presidente esteja em posição de endossar o acordo, mas obviamente isso ainda está indefinido.” Ele também ressaltou que não pode garantir que um acordo será alcançado, mas se mostrou esperançoso: “Chegaremos a um ponto em que poderemos nos sentar e resolver essas questões, mas isso exige que façamos um pouco mais de progresso.”

Leia também

Além disso, Vance comentou sobre a situação de cessar-fogo, afirmando que ela ainda está em vigor, mas que os Estados Unidos se reservam o direito de realizar ataques defensivos. “Esses cessar-fogos são sempre um pouco complicados”, disse ele em resposta a uma pergunta de Alejandra Jaramillo, da CNN, acrescentando que “às vezes, essas situações geram pequenos conflitos.”

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!