JD Vance fala sobre negociações com o Irã e futuro do acordo com Donald Trump

Vice-presidente dos EUA comenta negociações com o Irã
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, declarou que ainda não está claro se o presidente Donald Trump irá assinar um rascunho de entendimento provisório com o Irã, uma vez que as negociações entre os dois países ainda estão em andamento.
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Em entrevista a repórteres na Base Aérea Conjunta Andrews na quinta-feira (28), Vance afirmou: “Acho difícil dizer exatamente quando ou se o presidente assinará o memorando de entendimento. Estamos discutindo alguns pontos importantes.”
Embora tenha destacado o progresso nas conversações, Vance mencionou que ainda existem questões cruciais relacionadas ao programa nuclear iraniano e ao enriquecimento de urânio que precisam ser resolvidas. “Há algumas questões pendentes sobre o material nuclear, o estoque de urânio altamente enriquecido e também a questão do enriquecimento.
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Portanto, estamos em negociações com eles. Acreditamos que, pelo menos até agora, eles estão negociando de boa-fé”, explicou.
O vice-presidente expressou otimismo em relação ao futuro das negociações, afirmando: “Esperamos que continuemos a progredir e que o presidente esteja em posição de endossar o acordo, mas obviamente isso ainda está indefinido.” Ele também ressaltou que não pode garantir que um acordo será alcançado, mas se mostrou esperançoso: “Chegaremos a um ponto em que poderemos nos sentar e resolver essas questões, mas isso exige que façamos um pouco mais de progresso.”
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Além disso, Vance comentou sobre a situação de cessar-fogo, afirmando que ela ainda está em vigor, mas que os Estados Unidos se reservam o direito de realizar ataques defensivos. “Esses cessar-fogos são sempre um pouco complicados”, disse ele em resposta a uma pergunta de Alejandra Jaramillo, da CNN, acrescentando que “às vezes, essas situações geram pequenos conflitos.”
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



