Jason Miller provoca Lula após críticas sobre PCC e Comando Vermelho; entenda a polêmica!

Jason Miller reage às declarações de Lula sobre o PCC e Comando Vermelho, sugerindo que o presidente brasileiro “chorasse mais”. Entenda essa polêmica!

(Imagem de reprodução da internet).

Reação de Jason Miller às Declarações de Lula

No último sábado (30), Jason Miller, um dos aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou as redes sociais para contestar as afirmações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a decisão do governo americano de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

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Em sua postagem, Miller sugeriu que Lula deveria “chorar mais”.

Declarações de Lula em Sergipe

Na sexta-feira (29), durante um evento em Sergipe, Lula se referiu a Flávio Bolsonaro como “traidor”. Essa declaração foi feita após Flávio viajar a Washington para se reunir com autoridades americanas. Durante o anúncio de investimentos da Petrobras no estado, Lula criticou Flávio, afirmando que ele “não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria e ir para os Estados Unidos pedir intervenção americana no Brasil”.

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O presidente também fez uma comparação histórica, mencionando Joaquim Silvério dos Reis, um traidor da Inconfidência Mineira, dizendo que ele ficaria “envergonhado” com as ações de Flávio. Lula declarou: “Se ele fosse pedir intervenção para prender miliciano, eles ficavam presos lá”, referindo-se ao ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, que é acusado de envolvimento com milícias no Rio de Janeiro.

PEC da Segurança Pública e Críticas à Soberania

Durante seu discurso, Lula aproveitou para falar sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que está sendo defendida por seu governo. Ele enfatizou: “Não brinquem com a soberania desse país, não brinquem com a nossa democracia, não duvidem das coisas que nós fazemos nesse país.

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Se quiser combater o crime organizado, aprove a PEC da Segurança Pública que está no Senado”.

Atualmente, a PEC está em tramitação no Senado. Flávio Bolsonaro se reuniu com Trump na Casa Branca, onde pediu ao presidente americano que classificasse as facções brasileiras Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas. Após o encontro, a Casa Branca confirmou que incluiria as duas facções na lista de grupos terroristas, uma decisão que desagrada o governo Lula, que teme possíveis interferências dos EUA no Brasil.

Em resposta à decisão, Lula criticou, sugerindo que, para “começar” a combater o crime organizado no Brasil, a Casa Branca deveria focar no estado de Delaware, onde há empresas brasileiras suspeitas de lavagem de dinheiro.