Jaqueta intacta dos Mamonas Assassinas causa impacto! Surpreendente descoberta reacende a memória do grupo e seus fãs. Veja mais!
A descoberta de que a jaqueta que Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, usava no caixão permaneceu intacta por mais de três décadas, gerou grande impacto entre fãs e familiares da banda. A notícia, divulgada recentemente, reacendeu a memória do grupo e seu legado na música brasileira dos anos 90, conhecido por seu estilo único e divertido.
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Imagens da TV Globo mostraram a jaqueta, com o logo da banda e a bandeira do Brasil, preservada e sobre o caixão de Dinho desde seu sepultamento em 1996.
A exumação do corpo de Dinho foi realizada na segunda-feira (23/2) em Guarulhos, cidade de origem da banda, com a autorização dos familiares. O objetivo principal era reinterpretar o momento do adeus e possibilitar um projeto de homenagem que unisse a memória afetiva com a sustentabilidade.
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Durante o procedimento, a jaqueta chamou a atenção pelo seu estado de conservação impecável, surpreendendo a todos os envolvidos.
Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, descreveu o momento como “especialmente marcante”. Ele relatou que a jaqueta, como se tivesse sido colocada ontem, demonstrava a sua longevidade. “Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo”, declarou, explicando que a decisão de expor a jaqueta em um memorial surgiu da sua condição única e do seu estado de conservação.
Os planos para a jaqueta incluem sua exposição, tratamento e emolduramento. Jorge Santana enfatizou a importância do item para a memória da banda e de seus fãs. Ele expressou que o momento foi “complicado, difícil, mas a gente passou junto”, reforçando o valor afetivo e histórico da peça.
Além da jaqueta, a exumação permitirá que as cinzas dos integrantes da banda sejam utilizadas em um projeto de reflorestamento no BioParque Cemitério, também em Guarulhos. O “Jardim BioParque Memorial Mamonas” criará um espaço dedicado à homenagem póstuma, combinando memória, história e sustentabilidade ambiental.
As cinzas serão incorporadas às sementes de espécies nativas, com acompanhamento técnico, garantindo que a memória dos Mamonas Assassinas se perpetue através da natureza.
Os Mamonas Assassinas tiveram sua carreira interrompida tragicamente em março de 1996, após um acidente aéreo em Brasília. A colisão do jatinho que transportava a banda com a Serra da Cantareira resultou na morte de todos os ocupantes. Apesar da curta trajetória, a banda deixou uma marca indelével na música brasileira, com sucessos que permanecem na memória de fãs de todas as idades.
A jaqueta de Dinho, agora preservada e destinada a uma exposição no memorial, simboliza a durabilidade da memória coletiva em torno de uma banda que transformou a música e o entretenimento no Brasil. O projeto do Jardim BioParque Memorial Mamonas, ao unir homenagem e sustentabilidade, reforça a importância de manter viva a memória da banda de forma criativa e respeitosa.
Autor(a):
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.