Janja Urge Legislação Mais Severa e Pressiona Judiciário Contra Feminicídio em Evento Impactante

Janja da Silva cobra legislação mais severa contra feminicídio. Primeira-dama defende pressão no Judiciário para condenações duras. Evento “Levante Mulheres Vivas” mobiliza em Brasília

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(Imagem de reprodução da internet).

A primeira-dama Janja da Silva defendeu a necessidade de uma legislação mais severa para combater o feminicídio. A declaração foi feita durante o evento “Levante Mulheres Vivas”, realizado em Brasília, neste domingo (7 de dezembro de 2025). O ato contou com a presença de seis das dez ministras do governo do Partido dos Trabalhistas (PT).

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Pressão sobre o Judiciário

Janja enfatizou a importância de pressionar o Judiciário para que sejam aplicadas condenações mais duras em casos de crimes contra mulheres. Ela ressaltou a urgência de garantir que a justiça seja efetiva, evitando que crimes como o feminicídio passem impune.

A primeira-dama expressou preocupação com a falta de responsabilização em casos de violência contra a mulher.

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Reação do Público e Defesa da Presença no STF

Durante o evento, o público presente manifestou o desejo de ter uma mulher no Supremo Tribunal Federal (STF). Janja respondeu à demanda, argumentando que o problema reside em níveis inferiores do Judiciário, especificamente nos tribunais de menor escala e nos delegados de pequenas delegacias.

Ela destacou a necessidade de fortalecer a atuação do Judiciário em todas as esferas.

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Discussão sobre a Indicação de Ministra ao STF

A questão da nomeação de uma mulher para o STF gerou debates. Janja admitiu o desejo de ter mais mulheres no tribunal, mas ressaltou a importância de respeitar a decisão do presidente da República. Ela explicou que a escolha final é do presidente, e que é preciso considerar o momento político e o futuro do país.

A nomeação é um ponto crucial na composição do STF, que atualmente possui uma predominância masculina.

Composição Atual do STF e a Importância da Representatividade Feminina

O Supremo Tribunal Federal (STF) é composto por 11 ministros. Na composição atual, há 9 homens e 1 mulher, a ministra Cármen Lúcia, que ocupa a posição desde 2006. Ao longo da história do STF, apenas três mulheres foram ministras: Ellen Gracie (2000-2011), indicada por Fernando Henrique Cardoso; Cármen Lúcia; e Rosa Weber (2011-2023), indicada por Dilma Rousseff.

A representatividade feminina no STF é um tema de grande relevância, buscando garantir a diversidade e a equidade no sistema judiciário.

Manifestações e a Conscientização sobre o Feminicídio

O evento “Levante Mulheres Vivas” foi convocado em resposta a uma onda de feminicídios que temecido o país nas últimas semanas, ganhando destaque na mídia nacional. Manifestações também ocorreram em pelo menos 20 outros estados, demonstrando a crescente conscientização sobre o problema e a mobilização da sociedade em busca de soluções.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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