James Gunn revela os desafios épicos de ‘Superman’ (2025)! Diretor expõe pressão do DCU e jornada penosa no filme aclamado pela crítica. Saiba mais!
O diretor James Gunn compartilhou detalhes sobre a complexidade do desenvolvimento de ‘Superman’ (2025), admitindo que o projeto representou o maior desafio de sua carreira cinematográfica. Em entrevista à Variety, Gunn enfatizou a intensa pressão relacionada ao sucesso do Universo DC (DCU) como um fator que contribuiu para o processo ser particularmente desgastante.
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“’Superman’ foi o filme mais difícil que já fiz”, declarou Gunn. “A necessidade de garantir que o DCU alcançasse seu potencial gerou um nível de tensão que impactou significativamente meu trabalho. Foi uma experiência bastante penosa, sem dúvida.”
Gunn explicou que a situação se diferenciava de seus trabalhos anteriores, especialmente em comparação com o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia’ (2014). Na época, ele estava construindo um universo narrativo que se distanciava das estratégias da Marvel.
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Em ‘Superman’ (2025), ele se viu reorientando uma história que já era amplamente compreendida pelo público. Apesar de ser um projeto fortemente baseado em material de quadrinhos, Gunn o considerou o mais desafiador de sua filmografia de super-heróis.
O resultado do filme, que recebeu elogios da crítica e do público, resultou em sua inclusão na pré-lista de indicados ao Oscar em duas categorias: Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som. A equipe de ‘Superman’ (2025) demonstra um notável nível de qualidade técnica e narrativa.
Adicionalmente, o longa está disponível para assistir na plataforma HBO Max. A produção também está programada para receber uma sequência, intitulada ‘Homem do Amanhã’, com James Gunn retornando como escritor e diretor, prevista para o dia 8 de julho de 2027.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.