Conflito Aéreo entre Israel e Irã
Na segunda-feira (16), dezenas de caças da Força Aérea Israelense realizaram ataques aéreos em várias cidades do Irã, incluindo Teerã, Shiraz e Tabriz, conforme informado pelas IDF (Forças de Defesa de Israel). Os jatos israelenses lançaram “dezenas de munições” direcionadas a “centros de comando dos órgãos de segurança do regime iraniano” em Teerã, segundo um comunicado das forças israelenses divulgado na terça-feira (17).
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Os ataques também atingiram locais utilizados para “armazenar e lançar drones, mísseis balísticos e sistemas de defesa aérea”. Em Shiraz, o foco foi o “centro de comando das forças de segurança interna e um local de lançamento de mísseis balísticos”.
Já em Tabriz, as IDF relataram que “os sistemas de defesa aérea foram desmantelados”.
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Contexto do Conflito
O conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irã teve início em 28 de fevereiro, com um ataque coordenado em Teerã, resultando na morte de diversas autoridades de alto escalão do regime iraniano. Os EUA afirmam ter atacado alvos militares, incluindo sistemas de defesa aérea e aeronaves.
Em resposta, o regime iraniano lançou ataques contra países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, alegando que seus alvos eram apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.
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Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis perderam a vida no Irã, de acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA. A Casa Branca registrou pelo menos sete mortes de soldados americanos em decorrência direta dos ataques iranianos.
Repercussões e Novas Lideranças
O conflito também se intensificou com a participação do Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, que retaliou a morte de Ali Khamenei. Em resposta, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano, resultando na morte de centenas de pessoas no território libanês.
Após a morte de grande parte da liderança iraniana, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo. Especialistas indicam que essa nova liderança representa uma continuidade da linha dura do regime. Donald Trump expressou descontentamento com essa escolha, afirmando que precisava estar envolvido no processo e que Mojtaba seria “inaceitável” para a liderança do Irã.
