Os ataques entre Israel e Irã prosseguem pelo terceiro dia consecutivo neste domingo (15 de junho de 2025).
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o Irã “pagará um preço alto por matar civis”, após 13 israelenses falecerem em ataques iranianos desde o início do conflito. Do lado iraniano, pelo menos 168 pessoas já morreram no confronto, de acordo com dados da agência de notícias Associated Press.
Na madrugada de domingo (15.jun), Israel e Irã trocaram ataques que resultaram em destruição em áreas residenciais dos dois países.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Veja (55s):
LEIA TAMBÉM!
Israel realizou ataques a depósitos de armas e a infraestrutura energética iraniana, incluindo a refinaria de petróleo Sharan, em Teerã, conforme reportado pela Reuters. Israel também atacou o edifício do Ministério da Defesa iraniano e o campo de gás South Pars, na província de Bushehr, no sul do país.
Assista (1min23s):
As FDI também informaram que interceptaram aproximadamente 20 drones lançados pelo Irã. De acordo com o Exército israelense, o país persa também disparou “centenas de mísseis balísticos” contra o território israelense.
Em aproximadamente 2 horas e meia (horário local) de domingo (15.jun), o Exército israelense avisou sobre um novo ataque com mísseis.
Veja (1min15s):
Imagens capturadas na Jordânia revelam mísseis iranianos atravessando o ar em direção a Israel.
Assista (1min7s):
O presidente do Instituto de Estudos Políticos e Internacionais do Irã, Saeed Khatibzadeh, declarou na tarde de domingo (15 de jun) que Israel atacou um dos prédios do Ministério das Relações Exteriores do país, próximo ao Instituto. Ele informou que diversas pessoas ficaram feridas, incluindo funcionários.
Saeed Khatibzadeh divulgou, em sua conta no X (anteriormente Twitter), fotos dos danos causados à biblioteca do instituto após o ataque.
Observe (24s):
O regime criminoso de Israel lançou um ataque deliberado e brutal contra um dos edifícios do Ministério das Relações Exteriores do Irã, situado diretamente em frente ao Instituto de Estudos Políticos e Internacionais.
Várias pessoas civis ficaram feridas no ataque, incluindo… pic.twitter.com/DLxlmvuvZe
O Irã está preocupado com a situação na Ucrânia e com os esforços para encontrar uma solução política.
A agressão israelense
A ofensiva de Israel iniciou-se na sexta-feira (13.jun.2025), no horário local. Tel Aviv alega que o Irã está avançando no desenvolvimento de armas nucleares, o que considera uma ameaça direta à sua existência.
A Guarda Revolucionária Islâmica da Irã declarou que os ataques visavam instalações militares israelenses empregadas para bombardear o território iraniano.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, declarou em mensagem gravada na sexta-feira (13.jun) que o país não permitirá que Israel “escape com segurança” do “grande crime” que cometeu.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu (Likud, direta), garantiu que a operação militar continuará “enquanto for necessário” e solicitou que a população se prepare para um período difícil.
Netanyahu, em vídeo publicado na noite de sexta-feira (13.jun), afirmou que o Irã “nunca esteve mais fraco” e que a operação visa conter a ameaça iraniana, assegurando a sobrevivência de Israel. Segundo o primeiro-ministro, os planos para o ataque foram delineados no ano anterior, após a morte de Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, aliado do Irã no Líbano. A ofensiva estava programada para abril, mas foi adiada.
A situação presente marca o aumento mais significativo em décadas nas relações entre Irã e Israel, aumentando as preocupações com um conflito regional mais extenso, com a possível participação dos Estados Unidos e de outras potências mundiais.
Fonte por: Poder 360
