Irã se prepara para último amistoso antes da Copa do Mundo na Turquia

Irã se prepara para o último amistoso antes da Copa do Mundo na Turquia, enquanto mudanças na base de treinamento agitam os planos da seleção

(Imagem de reprodução da internet).

Irã Realiza Último Amistoso Antes da Copa do Mundo

O Irã realizará nesta quinta-feira (4), na Turquia, seu último amistoso preparatório para a Copa do Mundo, com portões fechados. A equipe seguirá no sábado para sua base de treinamento no México, conforme anunciado pela FFIRI nesta quarta-feira (3).

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Embora tenha sido uma das primeiras seleções a garantir vaga no Mundial, a participação do Irã chegou a ser questionada em fevereiro, devido à situação política do país.

Desde o início do conflito, a seleção disputou três amistosos durante dois períodos de treinamento em Antalya, na Turquia. A equipe enfrentou a Nigéria, sendo derrotada, e venceu a Costa Rica e Gâmbia. Nesta quinta-feira (4), o Irã enfrentará o Mali em um balneário turco.

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A FFIRI informou que, considerando a importância do amistoso e os objetivos táticos do treinador, o jogo será realizado sem a presença da imprensa.

Alterações na Base de Treinamento e Jogos Futuros

A entidade também conseguiu que a Fifa autorizasse a mudança da base da equipe durante o torneio, transferindo-a de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México. A partir de Tijuana, a delegação cruzará a fronteira para disputar seus dois primeiros jogos do Grupo G, contra Nova Zelândia e Bélgica, em Los Angeles.

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A terceira e última partida da fase de grupos será contra o Egito, em Seattle.

Na terça-feira (2), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o país “não tem problema” em permitir a entrada da seleção iraniana, mas destacou que dirigentes ou membros da delegação com vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) não poderão acompanhá-la. “Não vamos permitir que incluam na delegação pessoas que sabemos não ter qualquer relação com o esporte e que possuam ligações com a IRGC”, declarou Rubio durante uma audiência na Câmara dos Representantes.

Tanto os Estados Unidos quanto o Canadá, coanfitriões da Copa ao lado do México, classificam a Guarda Revolucionária Islâmica como uma “organização terrorista”. O presidente da FFIRI, Mehdi Taj, teve sua entrada negada no Canadá para participar do Congresso da Fifa, realizado no fim de abril, devido às suas ligações com a força militar de elite.