Brasília choca com revelações sobre morte de Khamenei! Em entrevista, embaixador iraniano detalha momentos finais do líder supremo após ataques dos EUA. Crise com Trump intensifica a tensão!
Em Brasília, nesta segunda-feira (2 de março de 2026), o embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam, revelou detalhes sobre os últimos momentos do aiatolá Ali Khamenei, que faleceu em circunstâncias complexas após ataques dos Estados Unidos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nekounam afirmou que o líder supremo iraniano, após as incursões militares americanas em 28 de fevereiro de 2026, recusou-se a se refugiar em um abrigo de segurança, mesmo sob ameaça. O diplomata enfatizou que a decisão do aiatolá refletia a preocupação de que “enquanto houver iranianos no Irã sem abrigo, ele também não deveria utilizar“.
Segundo Nekounam, Khamenei estava organizando uma reunião para discutir os ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel. Ele permaneceu em sua residência oficial, perto de onde morava, e foi lá que sucumbiu aos ferimentos. Apesar de seus 86 anos, o aiatolá continuava envolvido em atividades de coordenação, demonstrando sua determinação em manter a liderança política e religiosa do país.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O embaixador não divulgou detalhes sobre o destino de Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, esposa do aiatolá, de 79 anos, que também faleceu em decorrência de ferimentos.
A morte de Khamenei ocorreu em um contexto de crescente tensão entre os Estados Unidos e o Irã. Em fevereiro de 2026, o então presidente Donald Trump havia expressado sua intenção de avaliar se deveria intensificar os ataques contra o Irã, após uma série de incidentes.
Trump também criticou o regime persa pelo desenvolvimento de mísseis capazes de ameaçar a Europa e os Estados Unidos, e pela recusa em abandonar o enriquecimento de urânio para fins pacíficos. As declarações de Trump, feitas em meio a negociações com o Irã, acentuaram a escalada da crise e a incerteza sobre o futuro das relações bilaterais.
Nekounam informou que Teerã ainda não possui números precisos sobre o número total de mortos no conflito, atribuindo as baixas a “ataques limitados e cruéis dos Estados Unidos”. A situação permanece complexa e incerta, com a possibilidade de novas escaladas e confrontos entre as duas nações.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.