Irã explode em raiva! Khamenei exige vingança após morte de Khatib e general Naini. Ameaças contra “inimigos” e guerra no Oriente Médio escalam!
Em meio ao conflito em curso entre Estados Unidos e Irã, o clérigo Ali Khamenei emitiu um comunicado nesta sexta-feira (20), expressando sua profunda preocupação com a situação e exigindo que o governo iraniano revise sua política de segurança.
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A declaração, direcionada ao presidente Masoud Pezeshkian, surge em um contexto de intensificação da guerra, que agora inclui ataques a infraestruturas críticas como instalações de gás natural e refinarias de petróleo no Oriente Médio, atingindo o 21º dia.
Khamenei lamentou a perda do ministro da Inteligência, Esmail Khatib, vítima de um bombardeio israelense na semana anterior, e assegurou que haverá retaliação em resposta à morte de membros do governo. O comunicado enfatizou a necessidade de remover a segurança de “inimigos internos e externos” e garantir que ela seja concedida a todos os cidadãos.
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A declaração foi divulgada nas redes sociais do clérigo, buscando reforçar sua posição e liderança.
O comunicado expressou condolências pela morte de Esmail Khatib, destacando a importância de sua função no ministério da Inteligência. Khamenei enfatizou que a ausência de Khatib seria compensada com um esforço redobrado dos demais funcionários do ministério, garantindo a segurança de todos os compatriotas.
A declaração demonstra a gravidade da situação e a determinação do líder supremo em responder à perda de um importante aliado.
Adicionalmente, o governo iraniano confirmou a morte do general Ali Mohammad Naini, porta-voz da Guarda Revolucionária, vítima de um ataque. A Guarda Revolucionária do Irã classificou o ataque como terrorismo e prometeu uma resposta contundente. A organização ressaltou seu compromisso contínuo no combate aos “criminosos terroristas”, especialmente em operações de “guerra suave e cognitiva”, e reafirmou a importância de sua voz no povo iraniano.
O comunicado detalhou a longa carreira do general Naini, destacando sua atuação em diversas áreas, incluindo a estrutura militar e a comunicação institucional. Ele participou de operações recentes e desempenhou um papel crucial na divulgação de informações durante conflitos, registrando dados de guerra e atuando na comunicação institucional.
A declaração concluiu com um versículo do Alcorão, enfatizando a soberania divina sobre os “opressores”.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.