Focos de Fumaça e Possível Operação Militar no Irã Geram Preocupação Internacional
Jornais internacionais relataram, nesta quarta-feira (18 de fevereiro de 2026), a detecção de focos de fumaça em duas cidades do Irã: Parand, localizada próxima à capital Teerã, e Shiraz. As notícias, publicadas em diversas fontes, indicam que os incidentes estão relacionados a explosões.
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A ocorrência coincide com especulações sobre uma possível operação militar conjunta entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.
A agência de notícias estatal iraniana, Irán X, informou que um dos casos se trata de um incêndio acidental. Em Parand, moradores descreveram explosões e compartilharam imagens nas redes sociais mostrando colunas de fumaça ascendendo de um edifício.
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O Departamento de Bombeiros de Parand confirmou que a fumaça é resultado de um incêndio em juncos próximos ao rio Parand, e que equipes de combate a incêndios estão no local, trabalhando para controlar a situação.
Adicionalmente, relatos surgiram de uma possível explosão em uma área montanhosa nos arredores de Shiraz. Até o momento, as autoridades iranianas não confirmaram o incidente e a causa permanece incerta. A situação se agrava com o contexto de tensões crescentes na região, especialmente após reuniões entre representantes norte-americanos e iranianos em Genebra na terça-feira (17 de fevereiro de 2026), sem alcançar resultados concretos.
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Aumento da Presença Militar Americana no Oriente Médio
A possível campanha militar planejada pelos Estados Unidos seria significativamente mais ampla do que a intervenção em Venezuela em janeiro de 2026. Washington estabeleceu um prazo de duas semanas para que o Irã apresentasse uma proposta detalhada sobre seu programa nuclear.
Nos últimos dias, a presença militar americana no Oriente Médio aumentou consideravelmente, com o deslocamento de mais de 150 voos militares de carga carregando sistemas de armas e munições para a região.
O contingente americano inclui dois porta-aviões, doze navios de guerra, centenas de aeronaves de combate, incluindo modelos F-35, F-22 e F-16, e múltiplos sistemas de defesa aérea. A escalada da tensão levanta preocupações sobre um possível conflito na região.
