Irã expressa indignação com prisão de Maduro e esposa! Teerã exige libertação do presidente venezuelano e manifesta preocupação com a situação. Saiba mais!
O Irã expressou sua preocupação com a situação do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, exigindo sua libertação. Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, a situação representa um “ato ilegal” e a demanda por sua libertação reflete a posição do povo venezuelano.
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A solicitação foi feita em declarações públicas nesta segunda-feira (5 de janeiro de 2026).
O governo iraniano assegurou que as relações com a Venezuela permanecem inalteradas, apesar dos eventos recentes. A diplomacia de Teerã enfatiza a importância do respeito mútuo entre os países, e o Irã mantém contato com as autoridades venezuelanas.
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A posição é de que as relações devem ser baseadas no respeito mútuo e na manutenção do diálogo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou a realização de uma operação militar contra a Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e sua esposa. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, detalhou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira (2 de janeiro de 2026).
A operação, realizada na madrugada de sábado (3 de janeiro de 2026), envolveu o uso de 150 caças e ataques a quatro alvos no país, com o objetivo de neutralizar sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para a captura de Maduro.
A operação militar dos EUA gerou questionamentos sobre a legalidade da ação, que foi realizada sem a aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Trump defendeu a decisão, argumentando que a aprovação do Conselho seria desnecessária.
No entanto, a operação também levantou dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA, que exigem a aprovação prévia do Congresso.
Após a captura de Maduro, Trump anunciou que os EUA assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida, com foco na exploração e venda do petróleo venezuelano. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA, após conversar com Trump.
Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump afirmou que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.
Delcy Rodríguez classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e reafirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice-presidente também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional. “Não seremos colônia de nenhum outro país”, disse.
O Irã, por sua vez, continua a defender a legitimidade de Maduro e a exigir sua libertação.
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Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.