Irã e China fecham acordo polêmico! 🚀 Mísseis CM-302, capazes de desviar defesas navais, serão entregues em breve. Tensão global aumenta com China e Irã. EUA intensificam presença militar no Oriente Médio!
Informações exclusivas revelam que o Irã está prestes a formalizar um acordo com a China para a aquisição de mísseis de cruzeiro antinavais, os CM-302. Essa movimentação, segundo fontes internas, está próxima de ser concretizada, embora a data de entrega ainda não tenha sido definida.
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A negociação envolveu um total de seis pessoas com conhecimento direto do processo: três funcionários informados pelo governo iraniano e três autoridades de segurança.
Os mísseis CM-302 possuem um alcance aproximado de 290 quilômetros e são projetados para contornar defesas navais, operando em baixa altitude e com alta velocidade. Essa tecnologia representa um avanço significativo na capacidade de ataque do Irã, especialmente considerando o contexto atual de crescente tensão na região do Oriente Médio.
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O acordo iraniano-chinês ocorre em um momento de alta tensão entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente norte-americano, do Partido Republicano, expressou recentemente a intenção de avaliar, em até dez dias, se há possibilidade de “dar um passo adiante” em relação a um possível ataque ao país persa, motivado pelas preocupações com o programa nuclear iraniano.
O Ocidente teme que o Irã avance no enriquecimento de urânio para fins militares. Em resposta, os EUA intensificaram a presença militar no Oriente Médio, com o deslocamento de 50 caças adicionais, incluindo modelos F-35, F-22 e F-16, para bases na região.
Essa força militar inclui dois porta-aviões, doze navios de guerra e múltiplos sistemas de defesa aérea.
As negociações entre Irã e China têm se estendido por pelo menos dois anos, com um aumento significativo no ritmo das conversas a partir de meados de 2025, após o conflito entre Israel e o Irã. Altos funcionários iranianos, incluindo Massoud Oraei, vice-ministro da Defesa, viajaram à China para participar das negociações.
A Reuters não conseguiu determinar o número de mísseis envolvidos no acordo, o valor a ser pago pelo Irã ou se a China seguirá adiante com o negócio, considerando o aumento das tensões na região.
O possível acordo desafia o embargo de armas imposto pela Organização das Nações Unidas em 2006, que foi suspenso em 2015 e retomado em setembro. A transferência de equipamentos militares avançados da China para o Irã representa um desenvolvimento significativo no cenário geopolítico da região.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.