Irã define 5 condições para fim do conflito com EUA e Israel! Teerã expõe exigências urgentes em meio a negociações. Saiba mais!
O Irã delineou cinco condições para alcançar um acordo que ponga fim ao conflito com os Estados Unidos e Israel. A proposta surge em resposta a uma oferta dos EUA, mediada pelo Paquistão, buscando uma resolução diplomática. A agência iraniana Tasnim reportou que Teerã aguarda uma resposta formal à proposta.
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As condições iranianas incluem o fim da “agressão e do terror”, garantias contra futuras ações militares contra o Irã, indenização por danos de guerra, o cessar-fogo em todas as frentes e no Oriente Médio, e o reconhecimento internacional do direito de Teerã de explorar seus recursos energéticos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu a possibilidade de uma “empresa conjunta” para explorar o petróleo iraniano, mencionando a situação de Nicolás Maduro na Venezuela como um exemplo.
Trump afirmou que o Irã está “implorando por um acordo”, embora expressasse dúvidas sobre a viabilidade de uma solução. Ele também destacou que as operações militares dos EUA no Oriente Médio estão avançando mais rapidamente do que o esperado, e que o Irã demonstrou sua disposição para negociar, permitindo a passagem de petroleiros pelo Estreito de Ormuz como um gesto de boa vontade.
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O Líbano apresentou uma denúncia ao Conselho de Segurança da ONU sobre os ataques de Israel, que o país alega fazer como parte de uma ofensiva contra o Hezbollah, um movimento pró-Irã. Os ataques resultaram em mortes e ferimentos, e o exército israelense confirmou a morte de um soldado em combate.
O Hezbollah boicotou uma reunião do governo libanês em protesto contra a expulsão do embaixador iraniano. O exército israelense informou que eliminou 700 membros do Hezbollah desde o início dos combates no Líbano, em março de 2026. Dados oficiais indicam que mais de 1.000 pessoas morreram no Líbano devido ao conflito, incluindo crianças.
O ministro israelense da Defesa, Israel Katz, anunciou a morte de Alireza Tangsiri, comandante da Marinha da Guarda Revolucionária iraniana, em um ataque aéreo. Katz o descreveu como “responsável pela operação terrorista de minagem e bloqueio do Estreito de Ormuz”. O Exército israelense também anunciou uma série de ataques contra infraestruturas do regime iraniano em várias regiões do país.
A milícia houthi, baseada no Iêmen, declarou estar “totalmente preparada militarmente” para se juntar à luta contra os EUA e Israel, caso as capacidades militares da milícia sejam necessárias. Um líder houthi expressou a necessidade de determinar o momento certo para agir, monitorando os desdobramentos do conflito. A possibilidade de os houthis atacarem o Estreito de Bab el-Mandeb, um ponto estratégico para o controle do tráfego marítimo, foi levantada como um cenário potencial.
O Irã, por sua vez, demonstra confiança na sua capacidade de continuar a “derrotar o inimigo” e acredita que a situação está caminhando a seu favor. A avaliação da situação, segundo o Irã, dependerá de eventos futuros.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.