Irã denuncia Israel e EUA: “Ataques contra civis são inaceitáveis!” 🤯 Pezeshkian exige respeito ao direito internacional e ameaça retaliação. Saiba mais!
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, expressou sua preocupação com a escalada de instabilidade na região durante uma conversa telefônica com o presidente francês, Emmanuel Macron. A declaração, divulgada pela agência de notícias iraniana Tasnim, destacou a ligação entre a situação no Oriente Médio e as ações de Israel em Gaza e no Líbano, bem como o apoio dos Estados Unidos a essas operações.
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Pezeshkian enfatizou que o Irã busca evitar confrontos, mas está preparado para defender sua integridade territorial e segurança nacional diante de ataques.
O presidente iraniano também criticou o apoio de alguns países europeus a Israel, instando a Europa a seguir o direito internacional. Pezeshkian afirmou que os ataques dos Estados Unidos e de Israel têm como alvo civis, citando os recentes bombardeios nas ilhas de Abu Musa e Khark.
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Ele ressaltou que a nação iraniana não busca tensão, mas não hesitará em combater os agressores e proteger sua segurança nacional, contando com o apoio popular e a confiança no poder nacional.
Pezeshkian alertou que as ofensivas partem do território de alguns países do Golfo Pérsico e que permitir o uso dessas bases para ataques contra o Irã viola o direito internacional e compromete as relações entre países vizinhos. A conversa telefônica também abordou questões consulares, incluindo a situação de cidadãos iranianos e franceses detidos em ambos os países.
No Líbano, o Exército de Israel iniciou operações terrestres no sul do país, concentrando-se na cidade de Khiam, uma área estratégica perto da fronteira com Israel. Segundo relatos, o controle da cidade pode influenciar o avanço das forças e as rotas de ligação entre diferentes áreas do sul do país.
A escalada de ataques provocou o deslocamento de moradores e o abandono de mais de 800 mil pessoas, que foram evacuadas por ordens do Exército israelense.
Os ataques de Israel no Líbano já resultaram em pelo menos 850 mortos, incluindo 107 crianças e 66 mulheres. A situação humanitária na região é crítica, com comunidades inteiras deslocadas e sem acesso a serviços básicos. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) também foi alvo de críticas por sua falta de reação diante dos ataques contra locais de valor cultural.
O presidente Pezeshkian expressou sua decepção com a ausência de declarações da UNESCO ou de suas agências condenando os ataques contra sítios históricos globalmente reconhecidos, que foram destruídos nas últimas semanas ao redor da Praça Naqsh-e Jahan.
A situação reflete a crescente tensão e a falta de ação internacional para resolver o conflito na região.
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.