Ipsos – Ipec revela que 82% dos brasileiros utilizam o Pix para pagamentos e transferências
A pesquisa da Ipsos – Ipec revela que o uso do Pix é mais comum entre jovens e varia significativamente conforme a renda e a região do Brasil.
Um levantamento da Ipsos–Ipec revelou que 82% dos brasileiros utilizam o Pix para pagamentos e transferências bancárias. A pesquisa, realizada entre 13 e 17 de junho de 2026, abrangeu pessoas a partir de 16 anos em 130 municípios, com um total de 2 mil entrevistas.
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A análise mostrou que o uso do Pix é mais prevalente entre os jovens de 16 a 34 anos. Nesse grupo etário, observa – se uma maior adesão à ferramenta. No entanto, a porcentagem diminui nas faixas etárias superiores. Entre os entrevistados de 35 a 44 anos, a taxa de utilização chega a 90%.
Já entre aqueles com idades entre 45 e 59 anos, esse número é de 81%. Por outro lado, apenas 48% das pessoas com 60 anos ou mais afirmaram utilizar o sistema.
Impacto da renda familiar no uso do Pix
A pesquisa também destacou a relação entre renda familiar e o uso do Pix. Aproximadamente 70% dos indivíduos que recebem até um salário mínimo relatam utilizar o método para pagamentos. Este percentual cresce com o aumento da renda: entre os que ganham de um a dois salários mínimos, a utilização chega a 80%.
Para aqueles que possuem rendimentos entre dois e cinco salários mínimos, este índice sobe para 90%. Por fim, a adesão atinge impressionantes 95% entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos.
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Além disso, a pesquisa indicou variações regionais significativas no uso do Pix. A região Sul se destaca como a que mais utiliza essa forma de pagamento, com uma taxa de adesão de 84%. Em seguida estão o Sudeste (83%), Norte e Centro – Oeste (81%) e Nordeste (80%.
Essas diferenças regionais podem refletir aspectos culturais e de acesso à tecnologia em cada área.
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Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi conduzida pela Ipsos – Ipec entre os dias 13 e 17 de junho de 2026. Ao todo, foram realizadas duas mil entrevistas com pessoas acima de 16 anos em diversas localidades do Brasil. O nível de confiança é elevado, estimado em 95%, com uma margem de erro de aproximadamente 2% para mais ou para menos.
Os resultados mostram não apenas uma tendência crescente no uso do Pix como método financeiro preferido pelos brasileiros, mas também evidenciam como fatores como idade e renda influenciam essa adoção. Com isso, as instituições financeiras podem direcionar suas estratégias para melhor atender às necessidades dos usuários dessa plataforma.