Inteligência dos EUA alerta: Irã enfraquecido, mas ainda pode se reerguer militarmente!

A diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, revela que o regime do Irã está enfraquecido, mas ainda intacto. O que isso significa para o futuro do país?

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(Imagem de reprodução da internet).

Inteligência dos EUA Avalia Situação do Irã

Os serviços de inteligência dos Estados Unidos acreditam que o regime iraniano “parece ainda estar intacto, mas bastante enfraquecido após ataques contra sua liderança e suas capacidades militares”, declarou nesta quarta-feira (18) a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard.

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Ela destacou que, caso o regime hostil continue no poder, é provável que o país inicie um longo processo de reconstrução, focando em suas capacidades.

A declaração foi feita durante uma audiência no Senado americano sobre ameaças globais. As observações surgem após a morte de líderes iranianos importantes, incluindo um aiatolá. Gabbard também mencionou que, antes do início das operações militares dos Estados Unidos e de Israel, no final de fevereiro, a inteligência americana já avaliava que o Irã tentava se recuperar dos danos severos à sua infraestrutura nuclear, causados durante a chamada operação, e continuava a não cumprir suas obrigações internacionais na área nuclear.

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Ela não forneceu detalhes sobre como esse processo de recuperação estava ocorrendo, nem se Teerã estava tentando retomar sua capacidade de enriquecimento de urânio. Segundo a diretora, a capacidade do Irã de projetar poder militar de forma convencional foi “em grande parte destruída”, o que diminui significativamente suas opções estratégicas.

As sanções econômicas impostas pelos EUA, junto com a reintrodução de medidas europeias, também teriam enfraquecido consideravelmente a posição do país.

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Tensões Internas e Desenvolvimento de Armamentos

A avaliação é de que as tensões internas devem aumentar à medida que a economia iraniana se deteriora. Gabbard reiterou que, com a tecnologia atual, o Irã poderia desenvolver um míssil balístico intercontinental (ICBM) com capacidade militar antes de 2035, caso decida seguir esse caminho.

Ela informou que essa análise será atualizada para considerar os impactos da chamada “Operation Epic Fury”, mas não indicou qualquer mudança na avaliação sobre se o país já tomou a decisão de avançar nesse tipo de armamento.

Por sua vez, o diretor da CIA, John Ratcliffe, afirmou que o Irã tem adquirido experiência em tecnologias de propulsores mais potentes por meio de seu programa espacial. Ele alertou que, se esse avanço não for contido, o país poderá, no futuro, desenvolver mísseis com alcance até o território continental dos Estados Unidos.

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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