13º salário do INSS dispara! Aumento de R$ 1.621 impacta milhões de brasileiros. Idosos com 60 anos ou mais são os grandes beneficiários. Saiba como o reajuste funciona!
O valor do 13º salário do INSS passou por um aumento significativo em 2026, gerando debates importantes no cenário econômico. A mudança, que impactou diretamente milhões de segurados, está diretamente ligada ao reajuste do salário mínimo nacional, que atingiu R$ 1.621 em janeiro de 2026.
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Essa elevação do piso salarial influenciou diretamente o cálculo das aposentadorias e pensões do INSS, resultando em um aumento no valor do décimo terceiro salário.
O principal beneficiário dessa alteração foi composto por idosos com 60 anos ou mais, que representam a maioria dos segurados do INSS. O aumento no 13º salário proporcionou um reforço financeiro importante para essa parcela da população, que muitas vezes depende exclusivamente desse benefício previdenciário para sua subsistência.
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O reajuste do 13º salário foi calculado com base no novo salário mínimo, que subiu R$ 103 em valores nominais. Como o INSS utiliza o salário mínimo como referência para o cálculo das aposentadorias, o aumento no piso salarial se refletiu automaticamente no valor do décimo terceiro.
Quem recebia R$ 1.518 em 2025 passou a ter o benefício calculado sobre R$ 1.621 em 2026.
O cálculo do 13º salário também variou dependendo do período em que o segurado recebeu o benefício. Quem se aposentou ao longo de 2025 ou 2026 recebeu um valor proporcional aos meses pagos. Apesar dessas variações, o reajuste do piso nacional elevou todas as faixas mínimas do benefício.
Estima-se que cerca de 12 milhões de beneficiários do INSS recebem exatamente um salário mínimo, o que ampliou o alcance do aumento. Esse reajuste do 13º salário do INSS reforçou o papel do benefício como instrumento de proteção social, especialmente em um período marcado por inflação persistente e um alto custo de vida.
O tema continua relevante e deve ser acompanhado de perto, principalmente por idosos e famílias que dependem da renda previdenciária.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.