Influenciadora Morre Após Ingestão Fatal de Caranguejo do Diabo em Palawan

Tragédia na pesca nas Filipinas! Influenciadora morre após consumir caranguejo do diabo. Descubra os detalhes chocantes do incidente em Palawan.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Tragédia na Pesca: Influenciadora Morre Após Ingestão de Caranguejo do Diabo

Uma gravação para redes sociais transformou-se em uma tragédia na província de Palawan, nas Filipinas. Emma Amit, uma influenciadora conhecida por compartilhar sua rotina de pesca e coleta de frutos do mar com seu marido, faleceu após consumir acidentalmente o caranguejo do diabo (Zosimus aeneus).

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O incidente ocorreu em 4 de fevereiro, durante a filmagem de um vídeo para seu público.

Detalhes do Incidente

Emma havia coletado quatro tipos de crustáceos em um manguezal e decidiu documentar todo o processo de preparo. Ela cozinhou os itens com leite de coco e, como parte do vídeo, provou a iguaria diante das câmeras. Entre os animais coletados estava o caranguejo do diabo, um crustáceo comum em recifes do Indo-Pacífico que, infelizmente, armazena toxinas potentes em seus tecidos.

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Sintomas e Evolução da Doença

Os sintomas da intoxicação não foram imediatamente aparentes. Segundo relatos, Emma começou a apresentar mal-estar apenas no dia seguinte, manifestando convulsões e perda de consciência. Testemunhas relataram que os lábios da influenciadora ficaram escurecidos, um sinal clássico de intoxicação grave, conforme apontam os relatórios médicos.

Alerta das Autoridades Locais

O caso chocou a comunidade de Puerto Princesa. Apesar de ser uma pescadora experiente, o erro de identificação da espécie foi fatal. Em resposta, o governo local emitiu um comunicado urgente, alertando a população. As autoridades filipinas informaram que a espécie já havia sido responsável por pelo menos duas mortes recentes na mesma cidade.

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Atenção e Prevenção

“Pedimos encarecidamente que redobrem a atenção. Não comam esses caranguejos perigosos. Não arrisquem suas vidas”, declararam as autoridades. O caso serve como um alerta sobre os perigos de consumir crustáceos desconhecidos e a importância de identificar corretamente as espécies marinhas antes de prepará-las para o consumo.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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