Evelin Camargo revela choque: linfoma raro ligado a implantes mamários! Influenciadora compartilha diagnóstico inesperado e alerta outras mulheres. Saiba mais!
Evelin Camargo, influenciadora e comediante, surpreendeu seus seguidores ao compartilhar um diagnóstico de saúde que surgiu de uma observação pessoal. Tudo começou no final de dezembro, quando ela notou um aumento repentino em uma de suas mamas. Inicialmente, a equipe médica suspeitou de uma ruptura comum em mulheres que possuem implantes mamários, como a presença de um seroma tardio.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
No entanto, os resultados dos exames revelaram algo muito mais sério: Evelin foi diagnosticada com linfoma anaplásico de grandes células (BIA-ALCL), um tipo de câncer raro que está associado diretamente aos implantes mamários. A equipe médica identificou o acúmulo de líquido ao redor da prótese, um seroma tardio, que se desenvolveu após anos da cirurgia.
Evelin compartilhou sua experiência com coragem, explicando que o diagnóstico foi um choque. Ela enfatizou que a decisão de abrir sua intimidade não visava gerar pânico, mas sim alertar outras mulheres sobre a importância de estarem atentas a qualquer alteração incomum em seus corpos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A influenciadora ressaltou a necessidade de vigilância constante.
Segundo informações do G1, o BIA-ALCL, ou linfoma anaplásico de grandes células, não é um câncer de mama, mas sim um linfoma do sistema linfático. Os especialistas explicam que os implantes mamários podem atuar como um gatilho, desencadeando uma inflamação crônica que, por sua vez, pode levar ao surgimento das células malignas na cápsula fibrosa que envolve o silicone.
Apesar do diagnóstico, a boa notícia é que, por não atingir o tecido mamário diretamente, o prognóstico costuma ser positivo quando o BIA-ALCL é detectado precocemente. A equipe médica de Evelin optou pela remoção imediata dos implantes como tratamento inicial.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.