A votação do impeachment de Julio Casares no São Paulo promete agitar o clube nesta sexta-feira, 16. Descubra quem pode assumir caso ele seja afastado!
A sexta-feira, dia 16, será decisiva para o São Paulo. A votação do pedido de impeachment do presidente Julio Casares promete agitar a política do clube. A reunião que definirá o futuro do mandatário ocorrerá às 18h30, no Salão Nobre do Morumbi, em formato híbrido, presencial e online, conforme determinação judicial.
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A votação do Conselho Deliberativo contra Casares se baseia em uma denúncia divulgada em dezembro do ano passado, relacionada a irregularidades em dias de show. Mas, se Casares for afastado, quem assume o cargo? A CNN traz os detalhes.
Se o impeachment de Casares for aprovado, o primeiro na linha de sucessão é Harry Massis Junior, de 80 anos. Membro do grupo político Vanguarda, Massis foi eleito junto a Casares para o triênio 2021-2022-2023 e reeleito para 2024-2025-2026. Ele possui uma longa trajetória no clube, sendo conselheiro vitalício desde 1964 e um dos sócios mais antigos.
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Harry já ocupou cargos de liderança e atuou em diversas frentes políticas no Tricolor. Entre 2001 e 2002, foi diretor adjunto de futebol durante a conquista do Torneio Rio-São Paulo. Nos Mundiais de 1992 e 1993, exerceu a função de diretor adjunto administrativo e fez parte da delegação nas vitórias internacionais.
Além de sua ligação com o clube, Massis é empresário e proprietário da rede de hotéis Massis, além de uma rede de garagens e estacionamentos.
Para que o afastamento de Casares ocorra, são necessários 171 votos entre os 254 possíveis, o que representa dois terços do colegiado. A reunião precisa contar com a presença mínima de 75% dos conselheiros. A votação será realizada em formato híbrido, permitindo participação online, conforme regras estabelecidas por decisão judicial após impasses entre o presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, e membros da oposição.
As divergências surgiram a partir da interpretação dos artigos 58 e 112 do Estatuto do São Paulo. E se a votação não favorecer Casares? Se não houver os 171 votos necessários para aprovar o impeachment, Julio Casares permanecerá na presidência do São Paulo até o fim do ano.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.