Cyberpunk 2077: Debate acirrado sobre o início do jogo! Igor Sarzyński defende que expandir o Ato 1 não melhora a experiência. “É como Tatooine com Luke Skywalker!” Descubra a polêmica
A jornada de Cyberpunk 2077, desde um lançamento problemático até se tornar um dos maiores sucessos comerciais da CD Projekt RED e um RPG amado pela comunidade, tem sido longa e complexa. Mesmo com diversas melhorias e atualizações implementadas, um debate persistente continua a envolver alguns jogadores, principalmente em relação ao desenvolvimento dos eventos que antecedem o assalto decisivo à Arasaka, no Ato 1.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Igor Sarzyński, diretor cinematográfico do jogo e atual diretor criativo da sequência, expressou discordância com essa visão. Segundo ele, expandir significativamente esse trecho inicial não traria uma experiência aprimorada para o jogador. Em uma publicação no BlueSky, Sarzyński utilizou uma analogia para ilustrar seu ponto de vista: “Estender o Ato 1 (antes do assalto) em Cyberpunk 2077 tornaria o jogo melhor? Não, não tornaria. É como dizer que deveríamos passar mais tempo em Tatooine com o Luke fazendeiro antes de ele se envolver com toda essa coisa de Jedi”.
Sarzyński enfatizou que, considerando a natureza do jogo como um mundo aberto, alguns jogadores já conseguem dedicar vinte horas apenas à exploração de Watson. Ele argumentou que a escolha do ritmo de jogo é uma questão pessoal e que prolongar o objetivo inicial, essencialmente “chegar ao topo”, resultaria em uma experiência “arrastada e sem foco”, devido à ausência de grandes riscos ou pressão narrativa nesse ponto da história.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Apesar dessa posição, Sarzyński reconhece que a percepção sobre o tempo dedicado à interação com Jackie Welles, o melhor amigo de V, antes do assalto, é subjetiva. “Para alguns é suficiente, para outros não. Considerando tudo, acho que encontramos um bom equilíbrio”, completou.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.