Ibram busca projetos brasileiros inovadores para atrair investidores canadenses em Toronto. Conheça as oportunidades que podem transformar o setor mineral!
O Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), em colaboração com o governo federal e as bolsas de Toronto, está em busca de projetos brasileiros em fase inicial de pesquisa e exploração. O foco é captar recursos nas áreas de minerais críticos e fertilizantes.
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A iniciativa visa apresentar essas oportunidades a investidores canadenses, que são um dos principais centros globais de financiamento mineral. Os projetos selecionados terão a chance de serem exibidos durante a PDAC, um dos maiores eventos internacionais do setor, que acontecerá de 1º a 4 de março, em Toronto.
O principal objetivo é conectar empreendimentos brasileiros a fundos, investidores institucionais e empresas especializadas em mineração, ampliando o acesso ao capital externo. Essa estratégia é uma resposta a um desafio estrutural enfrentado pelo setor mineral, onde o financiamento é um dos principais obstáculos, especialmente nas fases iniciais de pesquisa e exploração.
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Essas fases são caracterizadas por incertezas geológicas, altos custos e um retorno de longo prazo. Além disso, a iniciativa surge em um contexto de crescente demanda por minerais críticos, impulsionada pela transição energética e pela eletrificação da economia.
Atualmente, as bolsas de Toronto concentram cerca de 43% das empresas de mineração do mundo, conforme dados do mercado canadense, e representam uma parte significativa do financiamento global do setor. A TSX Venture Exchange, em particular, abriga principalmente companhias juniores em fase inicial de pesquisa e exploração, que enfrentam maior risco e dependência de capital.
Além disso, mineradoras canadenses de capital aberto operam diversas atividades no Brasil, com projetos em diferentes estágios de desenvolvimento.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.