IBGE aponta melhora histórica no mercado de trabalho! Informalidade cai para 37,5% em janeiro de 2026. Milhões de brasileiros conquistam direitos. Saiba mais!
A taxa de informalidade no mercado de trabalho brasileiro apresentou uma melhora significativa no trimestre encerrado em janeiro de 2026, atingindo 37,5%. Este resultado representa o menor patamar registrado desde julho de 2020, indicando um avanço importante na inserção de trabalhadores na economia formal.
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O índice, que equivale a aproximadamente 38,5 milhões de pessoas, demonstra uma leve queda em relação ao trimestre móvel anterior, que havia medido 37,8%.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou esses dados através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) nesta quinta-feira, 5 de março de 2026. O documento completo em formato PDF (3MB) está disponível para consulta: [Link para o PDF]. A redução da informalidade é atribuída, em parte, ao aumento do número de trabalhadores com registro formal, como os trabalhadores autônomos registrados como MEI (Microempreendedor Individual) ou CNPJ.
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Segundo o IBGE, a tendência de queda na taxa de informalidade se consolida desde 2022. O número de empregados com carteira assinada no setor privado alcançou 39,4 milhões de pessoas, um aumento de 2,1% em comparação com o ano anterior. Um destaque importante foi o crescimento no setor de administração pública, defesa e seguridade social, que impulsionou a ocupação com um aumento de 6,2%, correspondendo a mais 1,1 milhão de pessoas.
No entanto, o setor de trabalhadores domésticos apresentou uma retração de 4,5%, com uma redução de 5,5 milhões de profissionais. Essa queda também contribui para a variação nos índices de informalidade. A dinâmica do emprego com carteira assinada nos diferentes setores revelou um crescimento notável em áreas como informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com um aumento de 4,4% (mais 561 mil pessoas), e no setor de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com um aumento de 6,2% (mais 1,1 milhão de pessoas).
Por outro lado, observou-se uma redução nos serviços domésticos (4,2%, ou menos 243 mil pessoas) e uma leve queda na indústria geral (-2,3%).
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.