Ibaneis Rocha se declara “totalmente limpo” em meio a pedidos de impeachment e investigações no DF

Ibaneis Rocha, governador do DF, se defende de acusações e afirma estar “totalmente limpo” em meio a pedidos de impeachment. Entenda os desdobramentos!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Governador do DF se Defende de Acusações

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), declarou estar “totalmente limpo” em relação às investigações sobre a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB (Banco Regional de Brasília). Ele afirmou que os pedidos de impeachment feitos por partidos da oposição são parte de um processo “extremamente democrático”.

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A declaração foi feita na terça-feira (3), durante a inauguração da primeira unidade do “Na Hora Empresarial”, no Venâncio Shopping, em Brasília.

Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, relatou à PF (Polícia Federal) no ano passado que se reuniu com Ibaneis Rocha para discutir a venda do Banco Master ao BRB. Os encontros teriam ocorrido entre 2024 e 2025, tanto na residência do banqueiro quanto na do governador, em Brasília.

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Relações Empresariais

Ibaneis destacou que Vorcaro é uma figura conhecida no setor empresarial e que mantém relações com agentes públicos. “Sabemos que todos esses empresários têm relacionamentos com políticos”, afirmou. Ele ainda reforçou que essas interações são naturais e não representam um problema.

Pedidos de Impeachment

No final de janeiro, representantes do PSB, Cidadania e PSOL protocolaram dois pedidos de impeachment contra o governador por supostos crimes de responsabilidade nas negociações entre o BRB e o Banco Master. Conforme a legislação, esses pedidos foram apresentados na CLDF (Câmara Legislativa do DF) e passarão por um longo processo até serem votados.

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Os partidos alegam que a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB não visava fortalecer a instituição, mas sim ocultar um passivo significativo do Master em uma estrutura pública. Além disso, afirmam que a postura do governador, ao politizar a decisão técnica do Banco Central e atribuir a rejeição da operação a interferências partidárias, configura omissão dolosa e conivência com atos de gestão fraudulenta no BRB.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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