Highguard: Sucesso Explosivo Contra Receitas Negativas de Jogadores!

Highguard: Sucesso e Críticas Explosivas! Shooter PvP surpreendeu, mas recepção é negativa. Veja os problemas que abalam o jogo!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Highguard: Sucesso Inicial Contraste com Críticas Generalizadas

Desenvolvido pela Wildlight Entertainment, o shooter PvP free-to-play Highguard já está disponível para Xbox Series X|S, PS5 e PC. O jogo rapidamente chamou a atenção após seu lançamento, alcançando um pico de 97.249 mil usuários simultâneos no Steam aproximadamente duas horas após a estreia, um resultado que surpreendeu muitos e indicou um interesse inicial significativo, conforme dados do SteamDB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a recepção geral do jogo tem sido predominantemente negativa. Na plataforma Steam, Highguard ostenta atualmente uma classificação de “Extremamente Negativa”, com apenas 18% de aprovação entre as 2.691 análises publicadas até o momento.

A comunidade gamer expressa preocupações sobre diversos aspectos do jogo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um ponto de crítica recorrente é o formato 3v3 das partidas, com alguns jogadores argumentando que os mapas são excessivamente grandes para esse tipo de confronto, sugerindo que modos com 5v5 ou até 6v6 seriam mais adequados. Apesar de reconhecer que as armas, embora não sejam particularmente inovadoras, são “agradáveis de atirar”, um usuário destaca os problemas de áudio como um ponto negativo importante.

Além disso, diversas análises apontam para problemas de otimização. Um usuário relata dificuldades de desempenho em um PC com especificações superiores às recomendadas, enquanto outro confirma que mesmo em um sistema com hardware de alta performance, ainda enfrenta problemas técnicos.

LEIA TAMBÉM!

A situação levanta questões sobre a estabilidade e o desempenho do jogo em diferentes configurações de hardware.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

Sair da versão mobile