Recomendações de Vacinação Infantil Alteradas Causam Preocupação
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) revisou suas recomendações de vacinação para crianças, removendo a recomendação para a prevenção de seis doenças do calendário infantil. As doenças incluídas eram rotavírus, gripe, alguns tipos de meningite, vírus sincicial respiratório e as hepatites A e B.
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A decisão, anunciada na segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, reflete a posição do secretário de Saúde, conhecido por suas opiniões contrárias à vacinação em massa.
A mudança gerou críticas de especialistas em saúde. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) divulgou suas novas diretrizes de vacinação infantil. A atualização visa definir quais grupos de risco necessitam da proteção contra essas doenças.
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O governo de Donald Trump (Partido Republicano) garantiu que a alteração não restringirá o acesso às vacinas para aqueles que desejarem utilizá-las, e que os seguros de saúde continuarão a cobrir os custos.
Na prática, a autoridade para exigir a vacinação de crianças em idade escolar reside nos estados, e não no governo federal. No entanto, as diretrizes do HHS exercem uma influência significativa nas decisões estaduais. A medida foi solicitada pelo presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), em dezembro de 2025, que pediu uma comparação entre o calendário de vacinação dos EUA e o de outros países desenvolvidos.
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Especialistas alertam sobre os riscos. Michael Osterholm, do Projeto de Integridade de Vacinas, sediado na Universidade de Minnesota, e Sean O’Leary, da Academia Americana de Pediatria, expressaram preocupação. “Sem um processo público para avaliar os riscos e benefícios, poderemos observar um aumento nas hospitalizações e mortes evitáveis entre crianças americanas”, afirmou Osterholm. “Não se pode simplesmente copiar e colar práticas de saúde pública, como parece estar acontecendo aqui”, complementou O’Leary.
