Hannah Murray revela experiências impactantes com seita espiritual e surto psicótico em novo livro

Hannah Murray revela segredos impactantes sobre sua experiência com uma seita espiritual e um surto psicótico em seu novo livro. Descubra mais!

Hannah Murray Abre o Coração sobre Seita Espiritual e Surto Psicótico em Novo Livro

A ex-atriz Hannah Murray, de 36 anos, conhecida por seus papéis em “Skins” e “Game Of Thrones”, compartilha pela primeira vez detalhes sobre sua experiência com uma seita espiritual e um surto psicótico em seu novo livro de memórias, intitulado “The Make-Believe: A Memoir of Magic and Madness”.

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Em uma entrevista ao The Guardian, Hannah relembra que, aos 17 anos, já estava exposta à sexualização. Em “Skins”, sua personagem frequentemente aparecia de lingerie e lidava com a anorexia.

A invasão da opinião pública em sua vida, o estilo de vida repleto de festas, álcool e drogas podem ter contribuído para que, aos 27 anos, ela se envolvesse com um “culto de bem-estar”. Seu primeiro contato com esse grupo ocorreu após conhecer uma “curandeira energética” apresentada por seu personal trainer durante as filmagens de “Detroit em Rebelião”, em 2017.

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Ela recorda uma experiência traumática ao gravar uma cena em que seu vestido era rasgado, expondo seus seios, o que a deixava extremamente ansiosa.

O Envolvimento com a Seita

Hannah descreve: “Todas as vezes meu coração disparava. Eu sentia dor no estômago e no peito. Nervos à flor da pele. Tremia de adrenalina.” Ao se abrir com a curandeira, chamada Grace, ela foi incentivada a experimentar reiki e uma “sessão de cura” por 150 dólares.

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O grupo combinava xamanismo, chakras, energia e “cura espiritual”, cobrando mais a cada etapa. O líder, um homem que ela se refere como Steve, exalava uma sensação de poder mágico que a impressionou profundamente.

Consequências e Reflexões

À medida que se aprofundava na seita, a privação de sono e o isolamento psicológico a levaram a um estado psicótico, onde ouvia vozes e se tornava obcecada por seu mestre, acreditando que poderia salvar o mundo. Em um surto grave, ela foi internada em um hospital em Londres por 28 dias, sob a Lei de Saúde Mental, que permite a internação sem consentimento em casos críticos.

Atualmente, Hannah vê essa experiência como resultado de vulnerabilidade emocional, predisposição psiquiátrica e a cultura de wellness e espiritualidade sem limites. Isso a levou a se afastar até mesmo de práticas mais leves, como meditação. “Não faço ioga, porque não sei o que pode acontecer que seja um pouco místico demais para o meu nível de tolerância”, explica.

Ela reconhece que a busca por uma cura completa pode ser sedutora e viciante.