Ministro Haddad lança taxa de 12% em exportações de petróleo! 🚨 Governo busca equilibrar mercado e proteger o consumidor brasileiro. Medida temporária até 2026! #petróleo #economia
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira, 12 de março de 2026, uma medida para controlar a alta dos preços do petróleo. O governo federal decidiu taxar as exportações de petróleo com uma alíquota de 12%, visando equilibrar os ganhos dos produtores com a proteção do consumidor brasileiro, impactado pela crescente demanda internacional.
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A medida entrará em vigor imediatamente e, segundo Haddad, é temporária. O objetivo é evitar lucros excessivos decorrentes da valorização global da commodity. “Essa taxa pode ser revista a qualquer momento, dependendo da situação”, afirmou o ministro durante o anúncio, realizado no Palácio do Planalto.
O governo planeja que a taxação das exportações se mantenha até o dia 31 de dezembro de 2026, mas ressalta que a decisão pode ser revertida antes desse prazo, caso a situação do mercado se normalize. A iniciativa faz parte de um pacote maior de medidas para mitigar os efeitos da escalada do petróleo, provocada por conflitos geopolíticos em outras regiões do mundo.
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Haddad enfatizou que os custos de produção das empresas que extraem petróleo no Brasil permanecem estáveis. Segundo ele, a inflação no país segue dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). “Não houve alterações significativas nos custos de produção no Brasil”, declarou o ministro, citando a diferença entre os preços do petróleo antes e depois da escalada dos conflitos internacionais.
O ministro destacou que o barril de petróleo chegou a ser negociado em torno de US$ 60 ou US$ 70, considerado um ponto de equilíbrio para os produtores. Com o aumento das tensões geopolíticas, o preço subiu para aproximadamente US$ 90 a US$ 100. “O produtor que mantém seus custos não pode, em virtude de um conflito externo, começar a auferir lucros extraordinários”, explicou.
A taxação das exportações busca, portanto, estabelecer um equilíbrio entre produtores e consumidores, com parte do ganho adicional sendo direcionada para o esforço do governo em conter o impacto dos preços dos combustíveis.
A medida representa um esforço do governo para lidar com a volatilidade do mercado internacional de petróleo, enquanto as tensões geopolíticas persistirem. O objetivo é proteger o consumidor brasileiro, sem prejudicar excessivamente os produtores de petróleo no país.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.