Gwyneth Paltrow Reflete Sobre Polêmica do Oscar de 1999 e Derrota de Fernanda Montenegro

Gwyneth Paltrow reflete sobre a polêmica do Oscar de 1999, onde superou Fernanda Montenegro. A atriz analisa a complexidade dos prêmios e suas repercussões

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(Imagem de reprodução da internet).

Gwyneth Paltrow Reflete Sobre a Controvérsia do Oscar de 1999

A atriz Gwyneth Paltrow comentou sobre a polêmica campanha de “Shakespeare Apaixonado” no Oscar de 1999, quando derrotou a brasileira Fernanda Montenegro na categoria de Melhor Atriz. Durante sua participação no podcast “The Awardist”, da Entertainment Weekly, Gwyneth descreveu aquele período como “complexo e difícil de digerir”.

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Conforme informações da revista People, Gwyneth analisou a natureza dos prêmios ao ser questionada sobre o resultado daquela edição. Em 1999, além de Fernanda, ela superou Cate Blanchett (“Elizabeth”), Meryl Streep (“Um Amor Verdadeiro”) e Emily Watson (“Hilary e Jackie”). “Nunca sabemos por que uma coisa ganha em vez de outra”, afirmou a atriz.

Prêmios e a Indústria do Cinema

Gwyneth destacou que, embora os prêmios reconheçam conquistas individuais, também servem como uma ferramenta de monetização para a indústria cinematográfica. “Acho que você precisa entendê-los também dessa perspectiva e saber que, mesmo que seu filme esteja na disputa, isso por si só já é uma honra”, completou.

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Em 2023, Gwyneth gerou repercussão ao revelar em uma entrevista à revista “Vogue” que usa sua estatueta do Oscar como peso de porta em sua casa. No vídeo, a atriz mostrou o prêmio no chão de seu jardim e brincou que o objeto “funciona perfeitamente” para segurar a porteira.

Surpresas e Táticas de Marketing

A 71ª edição do Oscar é lembrada pela vitória surpreendente de “Shakespeare Apaixonado” na categoria de Melhor Filme, superando o favorito da noite. O épico de guerra foi dirigido por Steven Spielberg, que venceu como Melhor Diretor, enquanto Gwyneth levou a estatueta de atuação, algo que ainda é difícil para muitos brasileiros aceitarem.

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A campanha do longa foi marcada pelas táticas agressivas de Harvey Weinstein, produtor que hoje é alvo de críticas. Historiadores do cinema frequentemente citam seu estilo de promoção como uma “obra-prima de intimidação”, que introduziu estratégias de marketing político na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Reflexões sobre a Arte

Gwyneth Paltrow defendeu que a discussão sobre quem deve vencer é parte da natureza do trabalho artístico. “Acho que sempre há discussões sobre o que as pessoas gostam e não gostam porque a arte é subjetiva. Esse é o objetivo. O objetivo da arte é despertar emoções”, concluiu a atriz, que atualmente tem 53 anos.

No Brasil, a derrota de Fernanda Montenegro ainda é considerada uma das mais impactantes da premiação por críticos e pelo público. “Central do Brasil”, de Walter Salles, também disputou a categoria de Melhor Filme Estrangeiro naquele ano, mas o italiano Roberto Benigni, com “A Vida É Bela”, levou a melhor.

Gwyneth revelou que vencer o Oscar aos 26 anos foi “esmagador”, o que influenciou sua escolha de papéis principais nos anos seguintes. “Sinto que ainda não tinha as ferramentas para metabolizá-lo”, desabafou à Variety, explicando que o esgotamento e o desejo de priorizar a família e sua carreira a levaram a aceitar apenas personagens coadjuvantes desde então.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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