Rombo de R$ 52 Bilhões no FGC causa pânico! Liquidações extrajudiciais chocam mercado e ameaçam investidores. O que está por trás do caos? Saiba mais!
Um rombo de quase R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito (FGC) está sendo estimado devido a liquidações extrajudiciais de instituições financeiras. A previsão, divulgada nesta quarta-feira (18 de fevereiro de 2026), marca a maior cobertura da história do fundo.
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O caso central envolve o conglomerado Master, mas também inclui o Banco Pleno (antigo Voiter) e a Will Bank, gerando preocupações no mercado financeiro.
O Banco Central, sob a liderança do presidente Gabriel Galípolo, está atuando para minimizar os impactos. Galípolo enfatizou que o BC está trabalhando para proteger os investidores, mesmo diante de problemas que podem ter surgido na gestão das instituições envolvidas.
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O prejuízo estimado no FGC seria ainda maior se não fosse a atuação do Banco Central.
O fundo, que funciona como uma reserva para investidores em caso de quebra ou intervenção, garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição. As intervenções decretadas incluem R$ 52,8 bilhões para o Master, R$ 4,9 bilhões para o Banco Pleno e R$ X bilhões para a Will Bank (valor a ser definido).
O empresário Augusto Ferreira Lima, conhecido como “Guga Lima“, está no centro da questão. Lima construiu sua carreira no setor financeiro a partir do varejo popular, começando com o Credcesta, um produto de crédito consignado voltado para servidores públicos.
Posteriormente, ele se juntou ao Banco Master, onde desempenhou um papel de liderança estratégica, tornando-se CEO e participando de planos de expansão do banco.
Em 2024, Lima se desligou do Banco Master e, um ano depois, em junho de 2025, adquiriu o Banco Voiter S.A. (antigo Banco Pleno), que passou a se chamar Banco Pleno S.A. sob seu controle. A aquisição ocorreu mesmo com identificação de irregularidades e “créditos podres” pelos próprios técnicos do Banco Central.
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estabeleceu um aplicativo para facilitar o processo de pagamento das garantias aos investidores. O aplicativo, disponível nas lojas e no site do FGC, permite o cadastro básico e, posteriormente, a solicitação da garantia com a identificação do beneficiário e a indicação da conta de sua titularidade.
Os investidores podem acompanhar o processo pelas redes sociais e pelo site do FGC, onde serão disponibilizadas todas as informações e atualizações.
O Banco Central, em conjunto com o FGC, busca garantir que os investidores recebam seus valores de forma rápida e eficiente, minimizando os impactos da situação financeira das instituições envolvidas.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.