Guaranho: Ex-policial penal recebe autorização chocante para cumprir pena em casa!

Ex-policial penal, Guaranho, tem pena substituída por regime domiciliar! Após decisão em 2026, ex-detento retorna a Foz do Iguaçu sob monitoramento. Críticas da família da vítima!

Guaranho, ex-policial penal, recebe autorização para cumprir pena em regime domiciliar

Após decisão judicial publicada em 17 de março de 2026, Guaranho, ex-policial penal que cumpriu pena por envolvimento no caso do tesoureiro do PT, recebeu autorização para cumprir a pena em regime domiciliar, sob monitoramento eletrônico. A medida, que visa atender às suas necessidades de saúde, permitirá que ele retorne para Foz do Iguaçu, sua cidade natal, onde deverá permanecer.

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O juiz responsável pelo caso considerou o estado de saúde de Guaranho, que sofreu agressões durante o cumprimento da pena, como fator determinante para a autorização. A defesa do ex-policial detalhou dificuldades motoras, comprometimentos neurológicos e episódios frequentes de quedas, além de apontar a falta de estrutura adequada no sistema prisional como um obstáculo para a realização de atividades básicas.

Regras para o cumprimento da pena em regime domiciliar

O cumprimento da pena em casa de Guaranho estará sujeito a regras rigorosas. Ele poderá deixar o local apenas para consultas médicas previamente autorizadas pela central de monitoramento, exceto em casos de urgência. A supervisão eletrônica garantirá o cumprimento das condições estabelecidas pela Justiça.

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Reação da defesa e da família da vítima

A advogada Amanda Nocera, responsável pela defesa de Guaranho, expressou otimismo com a decisão, classificando-a como “juridicamente adequada e alinhada aos princípios da execução penal”. Ela ressaltou que a medida não altera a pena imposta nem representa impunidade, mas busca garantir condições de saúde compatíveis com o estado do condenado.

A família de Marcelo Arruda, vítima do crime, manifestou críticas à decisão e informou que buscará assegurar o cumprimento da decisão do Tribunal do Júri e preservar a memória da vítima.

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O caso de Marcelo Arruda, tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu, chocou a cidade em 9 de julho de 2022, quando foi assassinado durante sua festa de aniversário de 50 anos, com temática política. A investigação revelou que Guaranho invadiu o local, discutiu com a vítima e retornou armado, efetuando disparos após uma troca de agressões.

Arruda, que reagiu ao ataque, faleceu horas depois, deixando quatro filhos.