Governo enfrenta grave crise: déficit primário dispara em fevereiro de 2026! R$ 16,4 bi alarmam e impactam o PIB. Saiba mais!
O setor público, que engloba a União, estados, municípios e empresas estatais, apresentou um déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro de 2026. Essa situação representa um aumento em relação ao mesmo período de 2025, quando o déficit primário foi de R$ 19,0 bilhões.
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Apesar do aumento em comparação com o ano anterior, houve uma redução de 13,6% no déficit em relação ao fevereiro de 2025.
O Banco Central divulgou, nesta terça-feira (31 de março de 2026), o relatório “Estatísticas Fiscais”, detalhando os dados. O documento completo, em formato PDF (347 kB), está disponível para consulta. O relatório visa monitorar a necessidade de financiamento do setor público consolidado, indicando a diferença entre gastos e arrecadação.
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O governo central, composto pelo governo federal e pelo Banco Central, registrou um déficit primário de R$ 29,5 bilhões em fevereiro. As estatais apresentaram um saldo negativo de R$ 568 milhões. Em contrapartida, os governos regionais – estados e municípios – registraram um superávit primário de R$ 13,7 bilhões.
No acumulado de 12 meses, o setor público consolidado acumulou um déficit de R$ 52,8 bilhões, o que equivale a 0,41% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse valor representa uma diminuição de 0,02 ponto percentual em relação ao acumulado de 12 meses até janeiro de 2026.
É importante distinguir entre o resultado primário e o resultado nominal. O resultado primário considera apenas a diferença entre receitas e gastos, sem incluir os juros da dívida pública. Um superávit primário indica que o governo arrecadou mais do que gastou, cobrindo despesas e investimentos.
Já o déficit primário significa que o governo precisou recorrer a empréstimos, mesmo sem considerar os juros.
O resultado nominal, por sua vez, inclui o resultado primário acrescido dos gastos com juros da dívida pública. Ele oferece uma visão mais abrangente da situação financeira do país, pois reflete o impacto total da política fiscal no endividamento.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.