Governo aumenta seguro-desemprego em 2026! Trabalhadores recebem parcelas maiores, alinhadas ao novo salário mínimo. Saiba como calcular seu benefício!
O governo federal anunciou atualizações nos valores do seguro-desemprego para 2026, oferecendo parcelas maiores e alinhadas com o novo salário mínimo aos trabalhadores que perderam seus empregos sem justa causa. A medida, implementada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, entra em vigor a partir de 11 de janeiro de 2026, conforme detalhado na tabela anual de mudanças no seguro-desemprego.
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As novas regras estabelecem um valor mínimo de benefício de R$ 1.621,00, que representa o teto do seguro-desemprego. Para trabalhadores com salários médios mais elevados antes da demissão, o valor máximo alcança R$ 2.518,65. As faixas de cálculo das parcelas foram ajustadas com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado no ano anterior, buscando manter o poder de compra dos trabalhadores durante o período de desemprego.
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O cálculo do benefício considera a média salarial dos últimos três meses antes da demissão, aplicada às faixas atualizadas. Para trabalhadores com salários de até R$ 2.222,17, o benefício corresponde a 80% da média salarial. Para aqueles com salários entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99, o percentual é de 50% do valor excedente a R$ 2.222,17, acrescido de R$ 1.777,74.
Já para salários acima de R$ 3.703,99, o valor fixo é de R$ 2.518,65.
Em todos os casos, o valor mínimo do benefício é de R$ 1.621,00. Para ter direito ao seguro-desemprego em 2026, o trabalhador deve atender aos seguintes requisitos: ter sido demitido sem justa causa; não possuir outra fonte de renda própria para sustento familiar; ter trabalhado um período mínimo anterior à demissão — que varia conforme a primeira, segunda ou terceira solicitação; e não receber benefício de prestação continuada do INSS, com exceções específicas.
O pedido pode ser feito de forma simples e gratuita pelo portal Emprega Brasil (site oficial do Ministério do Trabalho e Emprego), pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (SINE) ou nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs).
Autor(a):
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.