Glitter e Ouro Comestíveis Banidos: Anvisa Alerta Sobre Risco à Saúde!

Glitter e ouro comestíveis proibidos! Anvisa alerta para risco à saúde após encontrar plástico em produtos. Descubra os perigos e saiba mais

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(Imagem de reprodução da internet).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) implementou uma medida urgente, proibindo a venda de glitters e folhas de ouro comercializados como comestíveis no Brasil. Essa decisão foi tomada após a identificação de fragmentos de plástico em amostras desses produtos, gerando preocupação com a segurança alimentar.

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Identificação de Polímeros nos Produtos

Durante as fiscalizações, os fiscais da Anvisa detectaram a presença de polímeros como polipropileno e PET, materiais frequentemente utilizados em itens decorativos. Essa descoberta elevou o nível de alerta sanitário, considerando o potencial de ingestão repetida desses produtos em doces populares.

Riscos à Saúde e Estudos Recentes

A Anvisa classificou esses itens como um risco direto à saúde, com base em estudos recentes que associam a ingestão de microplásticos a processos inflamatórios, alterações celulares e possíveis impactos no sistema imunológico. Especialistas alertam para a necessidade de cautela máxima, dada a incerteza sobre a extensão dos danos.

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Recolhimento e Proibição da Propaganda

A medida resultou no recolhimento dos lotes irregulares e na proibição da propaganda desses produtos como comestíveis, em consonância com as normas sanitárias vigentes. A agência busca garantir a segurança alimentar e proteger a saúde da população.

Esclarecimentos e Orientações da Anvisa

A Anvisa esclareceu que nem todo glitter utilizado em doces representa risco, diferenciando produtos decorativos de ingredientes alimentares autorizados. A agência reforçou critérios para identificar produtos seguros e orientou consumidores e profissionais a suspenderem o uso de glitters sem comprovação sanitária, além de recomendar a denúncia de produtos suspeitos às autoridades locais.

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A decisão da Anvisa representa um passo importante no combate a práticas que colocam a saúde em segundo plano, buscando reduzir a exposição da população a substâncias potencialmente perigosas.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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