Giorgian de Arrascaeta opta por cirurgia na clavícula: entenda a importância do procedimento

Cirurgia de Correção da Clavícula: Entenda a Necessidade do Procedimento
A recente decisão do jogador do Flamengo, Giorgian de Arrascaeta, 31, de realizar uma cirurgia para corrigir uma fratura na clavícula, levantou questionamentos sobre o procedimento. Contudo, essa técnica é amplamente recomendada para casos semelhantes.
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Segundo Gustavo Barboza de Oliveira, ortopedista cirurgião do ombro e cotovelo do Hospital Israelita Albert Einstein Goiânia, “a fratura da clavícula é relativamente comum no membro superior, especialmente entre crianças. Na fase adulta, geralmente está associada a traumas de alta energia, como quedas, acidentes de moto ou quedas de altura”.
O especialista esclarece que a fratura pode ser tratada com métodos conservadores, como o uso de tipoia. Entretanto, quando se busca uma recuperação mais rápida, o tratamento cirúrgico se torna uma opção viável. “Se houver desvio do fragmento, ou seja, quando a fratura está desalinhada, a cirurgia se faz necessária.
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Isso é comum em atletas de alto rendimento, que optam pelo procedimento para garantir uma recuperação mais ágil e um retorno rápido às atividades físicas”, afirma.
Aspectos da Cirurgia e Recuperação
Embora a inserção de materiais como placas e parafusos possa causar estranhamento, não há prejuízos durante a recuperação e o retorno às atividades. Nos primeiros dias após a cirurgia, é recomendado que o paciente utilize uma tipoia para mobilização.
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A fisioterapia também desempenha um papel fundamental na recuperação eficaz e saudável.
Apesar de ser um procedimento que requer anestesia geral, os riscos associados à cirurgia são considerados baixos. “Com o tratamento cirúrgico, há uma possibilidade de retorno precoce do paciente”, explica Gustavo Barboza de Oliveira. Maurício Leite, ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, complementa que a principal vantagem da cirurgia é o retorno rápido às atividades. “A fixação da fratura com placas e parafusos é o método mais comum quando o objetivo é um retorno ágil, permitindo a recuperação da mobilidade do ombro e do membro superior de forma muito mais rápida”, conclui Leite.
Além disso, o ortopedista ressalta que essa abordagem cirúrgica é especialmente indicada para atletas de alto rendimento. “O tratamento conservador, com uso de tipoia ou imobilização tipo 8, é frequente em pacientes com baixa demanda ou que preferem evitar a cirurgia.
No entanto, para atletas, a cirurgia é a melhor opção”, finaliza.
Autor(a):
Lucas Almeida
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.



