General Dan Caine confirma permanência das forças dos EUA na região após captura de Nicolás Maduro. Entenda os desdobramentos dessa operação militar decisiva!
No último sábado (3), o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, declarou que as forças militares dos EUA permanecerão na região por tempo indeterminado. Essa afirmação surge após uma série de ataques em grande escala na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro em uma operação realizada durante a madrugada.
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De acordo com Caine, os militares estão em estado de prontidão para projetar poder e proteger os interesses americanos na área. Ele descreveu a intervenção como um reflexo do compromisso de Washington em responsabilizar aqueles que ameaçam a estabilidade regional.
Em uma coletiva de imprensa na Flórida, o general detalhou que a ofensiva, autorizada pelo presidente Donald Trump, contou com a participação de tropas de elite da Força Delta e apoio da CIA. A ação militar, que durou cerca de 90 minutos, atingiu alvos na capital, Caracas, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
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Testemunhas relataram explosões, quedas de energia e a presença de aeronaves especializadas durante a operação. Trump elogiou o planejamento da missão, considerando-o “brilhante”, e confirmou que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do país.
Atualmente, Nicolás Maduro está a bordo do navio USS Iwo Jima, a caminho de Nova York. Fontes próximas ao plano informaram que a embarcação fará uma breve parada na base militar de Guantánamo, em Cuba, para facilitar a transferência de Maduro a um tribunal nos Estados Unidos.
A captura do líder venezuelano visa levá-lo a julgamento por acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e posse de armas destrutivas. O governo americano havia oferecido uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levassem à sua prisão.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.